Início Amazonas Levantamento nacional mostra Amazonas entre os estados que mais investiram em saúde em 2018
Amazonas

Levantamento nacional mostra Amazonas entre os estados que mais investiram em saúde em 2018

Envie
Levantamento nacional mostra Amazonas entre os estados que mais investiram em saúde em 2018
Levantamento nacional mostra Amazonas entre os estados que mais investiram em saúde em 2018
Envie

Manaus/AM - Um levantamento nacional, divulgado nesta semana, mostra que o Amazonas está no topo do ranking dos estados brasileiros que mais investiram em saúde em 2018, já ultrapassando – mesmo o ano ainda não tendo encerrado - o percentual exigido por lei, que é de no mínimo 12% da arrecadação de impostos e transferências.

O levantamento, feito pela GloboNews, refere-se ao período de janeiro a agosto, e aponta que 5 estados estão em situação crítica, 6 estão próximos de alcançar a meta e 14 já atingiram ou até ultrapassaram o que é exigido por lei, como é o caso do Amazonas.

Na lista dos estados que já ultrapassaram os 12% exigidos por lei estão o Amapá, com 21,65%; Amazonas, com 21,52%; Tocantins, com 19,25%; Espírito Santo, com 17,63%; Distrito Federal, com 16,99%; Pernambuco, com 14,96%; Ceará, com 14,24%; Pará, com 13,98%; Mato Grosso do Sul, com 13,16%; Santa Catarina, com 12,96%; Maranhão, com 12,85%; São Paulo, com 12,31%; Bahia, com 12,03%; e Alagoas, com 11,99%.

No levantamento, 05 estados encontram-se em situação crítica nos investimentos realizados em saúde, em 2018, por estarem muito distantes de alcançar o mínimo exigido por lei. A pior situação é a do Rio Grande do Norte, que até agosto investiu apenas 5,12% em saúde. Em seguida vem o Rio de Janeiro, com 6,56%; Minas Gerais, com 7,21%; Mato Grosso, com 9,36%; e Paraná, com 9,96%.

Seis estados ainda não alcançaram o limite mínimo exigido por lei, mas estão próximos. São eles: Goiás, com 11,84%; Paraíba, com 11,80%; Sergipe, com 11,58%; Rio Grande do Sul e Piauí, ambos com 11,51%; e Rondônia, com 11,42%.

Os estados que não cumprem com o limite exigido por lei para os investimentos na saúde podem sofrer uma série de sanções, dentre elas, ter as contas julgadas irregulares no ano seguinte, deixar de receber repasses e transferências da União, ficar impedido de fazer operações de crédito e, em casos extremos, receber intervenção federal.

Siga-nos no

Google News