O vereador Leonel Feitosa(PSDB) acusou a assessoria do presidente Isaac Tayah de plantar matérias inverídicas na imprensa, e sem citar o nome do atual diretor de comunicação, jornalista Hiel Levy, disse que a asssesoria deveria ser demitida por ser composta por "asseclas, vassalos e lambe-botas". Leonel, que iniciou o seu discurso advertindo que não admitiria ser interrompido ou ter o som cortado, anunciou que está processando o presidente da Câmara nas esferas cível e criminal."O senhor fez a minha mãe chorar", acrescentou o vereador, reafimando que não vai perdoar "nunca" o ato que ele chamou de "criminoso"do presidente da Casa.
Tayah, o concliador
Tayah, em tom de conciliação, respondeu que considera que informações veiculadas no final de semana, dando conta de suposta fraude em licitações da Câmara, eram inverídicas; que sua assessoria não prestou essas informações e pediu publicamente desculpas aos antecessores, que segundo o noticiário, seriam investigados. "Foi um fato extracâmara, confirmando documento lido em plenário pelo vereador Leonel Feitoza, no qual a Comissão Geral de Licitação do estado pede que seja confirmada a assinatura de um ex-funcionário.
Tayah disse que sua mãe também chorou, ao tomar conhecimento das pressões que vinha sofrendo.
O presidentre da Câmara frisou, sem citar nomes, que tem alguém querendo utilizar a Câmara de Vereadores como escada, mas citou o o jornal Amazonas em Tempo e os interesses de alguém na licitação levada a cabo pelo estado e que resultou "nessa confusão".
Tayah também anunciou vai processar o jornal e disse que nenhuma declaração sua será dada para a imprensa, a partir de agora, sem que antes seja gravada. Encerrou pedindo desculpas aos antecessores, Leonel Feitoza e Alberto Carijó.
Tayah, o concliador
Tayah, em tom de conciliação, respondeu que considera que informações veiculadas no final de semana, dando conta de suposta fraude em licitações da Câmara, eram inverídicas; que sua assessoria não prestou essas informações e pediu publicamente desculpas aos antecessores, que segundo o noticiário, seriam investigados. "Foi um fato extracâmara, confirmando documento lido em plenário pelo vereador Leonel Feitoza, no qual a Comissão Geral de Licitação do estado pede que seja confirmada a assinatura de um ex-funcionário.
Tayah disse que sua mãe também chorou, ao tomar conhecimento das pressões que vinha sofrendo.
O presidentre da Câmara frisou, sem citar nomes, que tem alguém querendo utilizar a Câmara de Vereadores como escada, mas citou o o jornal Amazonas em Tempo e os interesses de alguém na licitação levada a cabo pelo estado e que resultou "nessa confusão".
Tayah também anunciou vai processar o jornal e disse que nenhuma declaração sua será dada para a imprensa, a partir de agora, sem que antes seja gravada. Encerrou pedindo desculpas aos antecessores, Leonel Feitoza e Alberto Carijó.



