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Justiça não consegue localizar supostos envolvidos no caso Nicolau

A oficial de Justiça  Rejane de Souza Lima  não conseguiu encontrar dois denunciados no caso "Ricardo Nicolau" porque sumiram. A empresária Denise Borges Stopatto, uma das proprietárias da RD Engenharia e o engenheiro Daniel Gargantini, funcionário da empresa, que deveriam ser notificados  nao foram localizados.

De acordo com certidão da oficial, ela deixou de notificar Denise por ela não mora  mais no endereço fornecido há mais de seis anos, não ser mais sócia proprietária da RD Engenharia e não morar mais em Manaus.  

Com relação a Daniel, ela afirma ter recebido a informação na RD Engenharia  que o engenheiro não trabalha mais na empresa desde 30 de maio deste ano. Mas foi ao endereço da residência do denunciado e lá foi informando pelo porteiro José Raimundo que o mesmo há cinco meses mudou-se do local.

Entenda o caso

O sub-procurador-geral do MPE-AM, José Hamilton Saraiva, autor da denúncia ao Tribunal de Justiça do Amazonas, pediu  a condenação do deputado estadual Ricardo Nicolau (PSD) por crimes contra a Lei de Licitação, ordenação de despesa não autorizada e peculato pelo superfaturamento na obra do edifício-garagem da Assembleia Legislativa do Estado.

O Ministério Público pediu também o bloqueio dos bens do parlamentar e dos outros denunciados.

São denunciados com Ricardo Nicolau, o diretor-geral da ALE, Wander Mota, o procurador-geral da Casa, Vander Góes, os membros da Comissão Especial de Licitação  da Aleam e os empresários Denise Stopatto e Romero Reis, donos da construtora RD Engenharia.

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