Manaus/AM – O juiz Anésio Rocha Pinheiro, da 9ª Vara Criminal de Manaus, manteve nesta terça-feira (22) a prisão preventiva de Janderson Cabral Cidade e Lucas Lima, condenados pela morte do jovem indígena Melquisedeque Santos do Vale, ocorrida em dezembro de 2021. A decisão reafirma a necessidade da prisão dos acusados enquanto aguardam o início do cumprimento da pena.
Melquisedeque foi assassinado a tiros dentro de um ônibus durante um assalto em Manaus. Segundo a denúncia do Ministério Público do Amazonas (MP-AM), os três acusados entraram no veículo se passando por garis e anunciaram o assalto. Sem motivo aparente, Janderson disparou contra a vítima, causando a morte.
Em junho de 2023, Janderson foi condenado a 28 anos e oito meses de prisão, e Lucas Lima, a 36 anos e nove meses, ambos em regime inicial fechado. Davi Souza da Silva, terceiro envolvido, continua foragido e foi condenado a 30 anos e dez meses de prisão.
Após a condenação, a defesa de Janderson entrou com um recurso, que foi rejeitado pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) em agosto deste ano. Com a decisão do juiz Anésio Rocha Pinheiro, a execução da pena será iniciada.

