Pode até não dar o resultado esperado, mas o Tribunal de Justiça do Amazonas concedeu liminar em mandado de segurança, determinando que a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Manaus leve a plenário o pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caos no sistema de transporte coletivo em Manaus.
A ação foi impetrada contra o presidente da Casa, Luiz Alberto Carijó, pelos vereadores Mário Frota, Hissa Abrahão e Ademar Bandeira. O pedido de CPI chegou à Mesa da CMM em 24 de fevereiro deste ano, com o objetivo de investigar o serviço de transporte coletivo no período de 2000 a 2008. Como Carijó engavetou o pedido, os vereadores recorreram à Justiça, obtendo a liminar.
A decisão saiu nesta quarta feira na sessão das Câmaras Reunidas do TJ-AM que acatou o parecer da relatora do processo, desembargadora Encarnação das Chagas Sampaio, favorável à abertura da CPI.
O problema agora é que, mesmo que mesmo que o pedido de CPI seja levado a plenário, esta sequer chegue a ser instalada, porque o governo é maioria na Casa. Mas pelo menos vai criar uma saia justa para o presidente Alberto Carijó e os vereadores aliados do Governo.
A ação foi impetrada contra o presidente da Casa, Luiz Alberto Carijó, pelos vereadores Mário Frota, Hissa Abrahão e Ademar Bandeira. O pedido de CPI chegou à Mesa da CMM em 24 de fevereiro deste ano, com o objetivo de investigar o serviço de transporte coletivo no período de 2000 a 2008. Como Carijó engavetou o pedido, os vereadores recorreram à Justiça, obtendo a liminar.
A decisão saiu nesta quarta feira na sessão das Câmaras Reunidas do TJ-AM que acatou o parecer da relatora do processo, desembargadora Encarnação das Chagas Sampaio, favorável à abertura da CPI.
O problema agora é que, mesmo que mesmo que o pedido de CPI seja levado a plenário, esta sequer chegue a ser instalada, porque o governo é maioria na Casa. Mas pelo menos vai criar uma saia justa para o presidente Alberto Carijó e os vereadores aliados do Governo.
