Depois de alegar suspeição no caso envolvendo o acusado de tráfico Hebert Bastos Andrade, que conhecera na infância, o juiz Mauro Antony, que assumiu interinamente a Primeira Vara de Entorpecentes, despachou ontem o processo para o Ministério Público dar Parecer. A atitude do magistrado contraria decisão anterior - que você vai ler abaixo, na íntegra. Nela Antony diz, textualmente, que o fato de conhecer o acusado e sua família o deixava sem a necessária isenção para processar e julgar a causa. Mauro, titular da segunda Vara de Entorpecentes, encaminhou o processo para a primeira vara, que agora ele acumula. Na sua mesa, o processo recebeu o despacho que ele dissera não poder dar.
Semana passada o mesmo juiz, ao indeferir petição interposta pelo advogado Lino Chixaro, que defende o vice-prefeito Carlos Souza, reclamou no seu despacho da desorganização da vara e a "desídia cartorial", porque demorou um mês para a petição chegar às suas mãos. Amigos de Antony chamam a atenção para um eventual erro da Primeira vara de Entorpecentes, e o juiz ter sido induzido a assinar um documento entre outros que foram colocados sobre a sua mesa. Um novo caso de "desídia"? O Blog do Holanda tentou ouvir o juiz por telefone, mas sem sucesso.

Decisão de 14 de maio, alegando suspeição

Decisão do mesmo juiz, com data de 7 de julho
Semana passada o mesmo juiz, ao indeferir petição interposta pelo advogado Lino Chixaro, que defende o vice-prefeito Carlos Souza, reclamou no seu despacho da desorganização da vara e a "desídia cartorial", porque demorou um mês para a petição chegar às suas mãos. Amigos de Antony chamam a atenção para um eventual erro da Primeira vara de Entorpecentes, e o juiz ter sido induzido a assinar um documento entre outros que foram colocados sobre a sua mesa. Um novo caso de "desídia"? O Blog do Holanda tentou ouvir o juiz por telefone, mas sem sucesso.

Decisão de 14 de maio, alegando suspeição

Decisão do mesmo juiz, com data de 7 de julho




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