O juiz Hugo Levy determinou que a secretaria da 2ª Vara do Tribunal do Júri expedisse oficio à Prefeitura de Manaus, convocando o coronel Walter Cruz, diretor do Instituto Municipal de Trânsito e Transporte, para ser ouvido em juízo dia 20 de setembro, às 11:30 horas. Cruz é testemunha de defesa no caso Leandro Guerreiro e acusado de dar proteção ao criminoso, em 2 de dezembro do ano passado, evitando a sua prisão em flagrante. O juiz também está reconvocando Leandro, que já faltou a duas audiências.
Na sexta-feira, durante depoimento da secretária executiva da Loja Word Micro, Andressa Cordeiro da Silva, foi revelado que Leandro Guerreiro, ao atirar no policial Raylen Caldas Gomes, poderia ainda estar sofrendo com o trauma de um assalto à loja , ocorrido dias antes.
De acordo com Andressa, a loja havia sido invadida por uma pessoa que entrou armada com revólver, dizendo que queria dinheiro "e bateu muito em Leandro com a coronha do revólver". Na versão da secretária, Leandro levou muitos chutes, com o assaltante chegando inclusive abrir contagem para matá-lo caso não lhe fosse dado dinheiro. Andressa contou ainda que durante o assalto Leandro correu e o ladrão chegou a disparar contra ele.
No caso do policial Raylen Caldas Gomes, que entrou na loja depois de tomar a arma de um segurança que ameaçava um flanelinha, há o argumento de que Leandro Guerreiro, apavorado, o confundiu com um assaltante.
Na sexta-feira, durante depoimento da secretária executiva da Loja Word Micro, Andressa Cordeiro da Silva, foi revelado que Leandro Guerreiro, ao atirar no policial Raylen Caldas Gomes, poderia ainda estar sofrendo com o trauma de um assalto à loja , ocorrido dias antes.
De acordo com Andressa, a loja havia sido invadida por uma pessoa que entrou armada com revólver, dizendo que queria dinheiro "e bateu muito em Leandro com a coronha do revólver". Na versão da secretária, Leandro levou muitos chutes, com o assaltante chegando inclusive abrir contagem para matá-lo caso não lhe fosse dado dinheiro. Andressa contou ainda que durante o assalto Leandro correu e o ladrão chegou a disparar contra ele.
No caso do policial Raylen Caldas Gomes, que entrou na loja depois de tomar a arma de um segurança que ameaçava um flanelinha, há o argumento de que Leandro Guerreiro, apavorado, o confundiu com um assaltante.



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