O juiz Mauro Antony resolveu interromper decisão tomada ontem em despacho que encaminhava o processo envolvendo o acusado de tráfico, Hebert Bastos Andrade, para o Ministério Público. A decisão do magistrado se prende ao fato de o encaminhamento, com a sua assinatura digital, ter ocorrido depois de ele alegar ter sido amigo do réu e que isso o deixava "sem a devida isenção para processar e julgar a causa".
A decisão do juiz é acompanhada de uma certidão assinada por Maria do Perpétuo Socorro Lira Barros, secretária da diretoria da Primeira Vara de Entorpecentes, onde afirma que fez a " exclusão do despacho de mero expediente elaborado inadvertidamente por esta serventia ". A secretaria utilizou a assinatura digital sem consulta ao magistrado.
Veja abaixo os dois documentos e a Nota do Blog do Holanda
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Ao contrário do que afirma hoje o advogado Christian Naranjo,o Blog do Holanda não vem atacando de forma gratuita nenhum magistrado. Tanto que o próprio Mauro Antony tem dado respostas, no sentido de revisar seus atos, quando falhas são apontadas. Pela primeira vez em muitos anos, um veículo desempenha a tarefa de ajudar a sociedade a fiscalizar o Judiciário. E o faz com a consciência de que contribui para a melhoria da justiça e para o aperfeiçoamento da democracia. Muitas vezes erramos, mas com a mesma coragem com que denunciamos, reconhecemos também os nossos erros. Não é o caso em tela, senhor Naranjo. E a resposta que confirma a veracidade de nossas matérias está nos documentos anexados a este post.

A decisão do juiz é acompanhada de uma certidão assinada por Maria do Perpétuo Socorro Lira Barros, secretária da diretoria da Primeira Vara de Entorpecentes, onde afirma que fez a " exclusão do despacho de mero expediente elaborado inadvertidamente por esta serventia ". A secretaria utilizou a assinatura digital sem consulta ao magistrado.
Veja abaixo os dois documentos e a Nota do Blog do Holanda
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OS JUIZES TAMBÉM ERRAM
Ao contrário do que afirma hoje o advogado Christian Naranjo,o Blog do Holanda não vem atacando de forma gratuita nenhum magistrado. Tanto que o próprio Mauro Antony tem dado respostas, no sentido de revisar seus atos, quando falhas são apontadas. Pela primeira vez em muitos anos, um veículo desempenha a tarefa de ajudar a sociedade a fiscalizar o Judiciário. E o faz com a consciência de que contribui para a melhoria da justiça e para o aperfeiçoamento da democracia. Muitas vezes erramos, mas com a mesma coragem com que denunciamos, reconhecemos também os nossos erros. Não é o caso em tela, senhor Naranjo. E a resposta que confirma a veracidade de nossas matérias está nos documentos anexados a este post.





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