Com a concentração marcada para acontecer a partir das 15h de amanhã (7) no Centro Estadual de Convivência da Família Pedro Vignola, Cidade Nova, Manaus participará da 29ª edição do tradicional “O Grito dos Excluídos e das Excluídas”, realizado pelas pastorais sociais da Igreja Católica, este ano com o lema “Você tem fome e sede de quê”?
Mas de acordo com o assessor das Pastorais Sociais, Padre Alcimar Araújo, a insegurança no Estado e o crime organizado são pautas que estão todos os anos em evidência no movimento no Amazonas e não será diferente este ano.
Atualmente organizado pela Arquidiocese de Manaus, que define “O Grito” como um processo de construção coletiva, tornando-se uma manifestação popular carregada de simbolismo, o evento é considerado pela Igreja Católica como um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos populares comprometidos com as causas dos excluídos e excluídas.
Para a Arquidiocese de Manaus, a movimentação feita pelo “Grito dos Excluídos e Excluídas” deve ser uma presença que convide a população a reflexão de “Como estamos vivendo?, Por que nossa cidade e ou país se encontra assim?, O estado do Amazonas está entre os dez estados mais ricos do Brasil, por que as pessoas passam fome?”.
Um dos gritos será pela não aprovação do Marco Temporal, que envolve a demarcação de Terras Indígenas.
Na programação do Grito dos Excluídos, a abertura será com uma Missa pela Amazônia a ser celebrada às 16h pelo Cardeal Leonardo Steiner, no Centro de Convivência da Família, Padre Pedro Vignola, localizado na rua tupinambá, n°119, Cidade Nova 2.
Após a celebração, os participantes sairão em caminhada para o Campo Memorial Amigos do Cruzeiro, na Avenida Timbiras, Cidade Nova.

