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Impasse entre governo do Amazonas e Planalto atrasa envio de avião dos EUA

Impasse entre governo do Amazonas e Planalto atrasa envio de avião dos EUA
Impasse entre governo do Amazonas e Planalto atrasa envio de avião dos EUA

Manaus/AM - O impasse na liberação do avião oferecido pelo governo dos EUA para transporte de oxigênio medicinal a Manaus deve-se à falta de entendimento entre o governo do Amazonas e o Planalto, afirmou o deputado federal Marcelo Ramos (PL).

O parlamentar recebeu um pedido do governador Wilson Lima (PSC) para que agilizasse, junto ao chanceler Ernesto Araújo, as tratativas para o envio da aeronave. No dia 14 de janeiro, no auge da crise do oxigênio em Manaus, Araújo pediu a colaboração do então secretário de estado dos EUA, Mike Pompeu, que ofereceu ajuda imediata.

"Recebi um pedido do governador para interceder junto ao chanceler, o ministro Ernesto (Araújo), que iniciou as tratativas. Agora, a execução do transporte de oxigênio é de responsabilidade do governo do estado e do governo federal, que parecem não se entender ao transferir responsabilidade de um pro outro", declarou o deputado.

Para dar início ao processo, o governo do Amazonas ficou de enviar informações como o local em que o avião pousaria, a especificação exata e o destino da carga. No entanto, o governo ainda não remeteu informações básicas sobre a operação.

No dia 18 de janeiro, Ramos anunciou em rede social que "já havia disponibilizado a aeronave para o transporte de oxigênio" e que estava "faltando apenas o Ministério da Saúde confirmar a necessidade da aeronave".

Ramos, que concorre à vice-presidência da Câmara dos Deputados, disse que já cumpriu com o papel de parlamentar nessa questão e que os atores envolvidos devem resolver o problema.

"O meu papei como parlamentar cumpri: interceder, cobrar e ajudar publicamente, como fazemos toda a segunda-feira nas coletivas com o (candidato à presidência da Câmara), Arthur Lira. O avião está cedido. Agora, o governo federal e o governo estadual precisam se entender, e os amazonenses continuam morrendo sem oxigênio", finalizou.

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