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Graça Figueiredo, a Mulher de Ferro, sofre mais uma derrota no TJAM

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A desembargadora Maria das Graças Silva tentou até o último minuto impedir que o desembargador Ari Moutinho, presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas, realizasse a eleição para a vice-presidência do Tjam, afirmando que cabia a sua aclamação para a vaga, por ser a mais antiga.  “O meu nome é o único que preenche este requisito por ser a mais antiga, até mais antiga que vossa excelência”, disparou, deixando claro que vai lutar pela anulação a eleição.
 
Mas Ari Moutinho foi duro:   “desprezo totalmente os argumentos trazidos por vossa excelência em respeito a decisão soberana do conselheiro Neves Amorim e do Conselho Nacional de Justiça”, disparou o presidente, mantendo a eleição  que definiu Rafael de Araújo Romano  como substituto do desembargador Luiz Wilson Barroso na vice-presidëncia do tribunal.


Graça se absteve de votar, afirmando que Ari Moutinho estava colocando no pleito duas pessoas, segundo ela,  inabilitadas para concorrer a vaga de vice-presidente. A fala da desembargadora irritou o desembargador Aristóteles Thury, um dos candidatos: “me respeite, não sou qualquer pessoa, sou um desembargador”, esbravejou o magistrado.
 
 
Graça Figueiredo, considerada por muitos no TJ, como a mulher de ferro, sofreu três duras derrotas em menos de trës meses: primeiro a presidência para seu maior inimigo na magistratura, Ari Moutinho, a corregedoria para Yedo Simões e agora a terceira  para Rafael Romano.
 
 
 


A desembargadora Maria das Graças Silva tentou até o último minuto impedir que o desembargador Ari Moutinho, presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas, realizasse a eleição para a vice-presidência do Tjam, afirmando que cabia a sua aclamação para a vaga, por ser a mais antiga.  “O meu nome é o único que preenche este requisito por ser a mais antiga, até mais antiga que vossa excelência”, disparou, deixando claro que vai lutar pela anulação a eleição.
 
Mas Ari Moutinho foi duro:   “desprezo totalmente os argumentos trazidos por vossa excelência em respeito a decisão soberana do conselheiro Neves Amorim e do Conselho Nacional de Justiça”, disparou o presidente, mantendo a eleição  que definiu Rafael de Araújo Romano  como substituto do desembargador Luiz Wilson Barroso na vice-presidëncia do tribunal.


Graça se absteve de votar, afirmando que Ari Moutinho estava colocando no pleito duas pessoas, segundo ela,  inabilitadas para concorrer a vaga de vice-presidente. A fala da desembargadora irritou o desembargador Aristóteles Thury, um dos candidatos: “me respeite, não sou qualquer pessoa, sou um desembargador”, esbravejou o magistrado.
 
 
Graça Figueiredo, considerada por muitos no TJ, como a mulher de ferro, sofreu três duras derrotas em menos de trës meses: primeiro a presidência para seu maior inimigo na magistratura, Ari Moutinho, a corregedoria para Yedo Simões e agora a terceira  para Rafael Romano.
 
 
 

 

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