Com cinco mortes em Manaus, duas no interior e mais 4.853 casos suspeitos e 1.253, confirmados, o Ministério da Saúde resolver abrir os cofres para ajudar o estado a combater a dengue. Num primeiro momento serão liberados R$ 3,7 milhões para reforçar as ações de prevenção e controle de doença;. A Portaria nº 223/2011, publicada no Diário Oficial da União de sexta-feira (12), destina R$ 2,94 milhões à assistência aos pacientes e R$ 800 mil às ações de Vigilância em Saúde, que incluem o trabalho de visitas domiciliares dos agentes comunitários de saúde e a aplicação de inseticidas e larvicidas por agentes de endemias em Manaus, Humaitá, Nova Olinda do Norte, Barcelos, Lábrea, Tefé, Coari, Codajás e Itacoatiara que estão sob estado de emergência.
O governo federal decidiu abrir os cofres porque o Amazonas vem enfrentando aumento expressivo de casos de dengue neste início de 2011. Dados preliminares, informados pela Secretaria Estadual de Saúde até 28 de janeiro, indicam 1.294 casos suspeitos de dengue, entre os quais 11 casos graves e quatro mortes suspeitas. Nesta semana, o secretário estadual de Saúde, Wilson Alecrim, informou que o total de notificações em janeiro chegou a 4.689, contra 693 registrados no mesmo período de 2010.
A medida foi autorizada porque o Amazonas vem enfrentando aumento expressivo de casos de dengue neste início de 2011. Dados preliminares, informados pela Secretaria Estadual de Saúde até 28 de janeiro, indicam 1.294 casos suspeitos de dengue, entre os quais 11 casos graves e quatro mortes suspeitas. Nesta semana, o secretário estadual de Saúde, Wilson Alecrim, informou que o total de notificações em janeiro chegou a 4.689, contra 693 registrados no mesmo período de 2010.
O Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), realizado em outubro de 2010, revelou que Manaus estava em situação de alerta, com presença de focos do mosquito transmissor em 2,4% das residências. Humaitá – um dos municípios que enfrentam aumento de casos atualmente no estado – integrava a lista de 24 cidades com risco de surto, em todo o país. Naquele levantamento, Humaitá apresentou larvas do mosquito em 4,8% das residências. O LIRAa considera satisfatório o índice de infestação abaixo de 1%. Entre 1,1% e 3,9%, a situação é de alerta. Acima de 3,9% de infestação, há risco de surto.

