Mais de duzentos candidatos já iniciaram a realização da prova discursiva do concurso para juiz substituto do Tribunal de Justiça do Amazonas. A prova discursiva faz parte da segunda das cinco etapas previstas para o concurso e teve início às 13h desta quarta-feira, na na Escola de Tempo Integral Gilberto Mestrinho, na avenida Leopoldo Péres, Educandos, Zona Sul de Manaus.
O presidente da Comissão do Concurso do TJAM, desembargador Aristóteles Lima Thury, esteve na unidaede educacional onde acompanhou, juntamente com representantes da FGV Projetos e dois candidatos convidados, a abertura do malote das provas que foram aplicadas nas nove salas da escola disponibilizada pelo Governo do Estado para o certame.
“Nós estamos agora realizando a segunda etapa do concurso, de acordo com decisão do Conselho Nacional de Justiça, e acreditamos que daqui para frente não teremos mais nenhum atropelo em relação às outras fases do processo. Está tudo transcorrendo na maior tranquilidade, as provas já foram distribuídas nas salas, e esperamos que dê tudo certo até o encerramento do certame”, declarou Thury.
Em seguida o desembargador acompanhou o fechamento do portão da escola, às 13h, também com a presença de outros dois candidatos. Os candidatos terão cinco horas para responderem as questões da prova discursiva, que encerra às 18h, no horário de Manaus.
Expectativa dos candidatos
Para o candidato do Estado de Roraima, Alan Feitosa, 25, prestar concurso para a carreira da magistratura é uma escolha de vida. “Temos que parar para estudar, nos preparar e se dedicar. Escolhi prestar o concurso no Amazonas por ser um Estado próximo ao de Roraima, além de oferecer uma boa quantidade de vagas”, disse Alan, complementando que a expectativa em relação ao concurso público é a mesma de todos os candidatos: “passar dessa segunda fase e avançar para as fases seguintes”.
Já a candidata para o cargo de juiz substituto do Estado do Paraná, Sheila Egídio de Quadros, 34, “quem faz concurso para a carreira da magistratura, onde passar, se realizará profissionalmente. “O Estado em que for aprovado não importa; essa é uma carreira exercida por vocação”, ressaltou.

