A intensa estiagem registrada na região da Marina do Davi tem gerado graves transtornos para moradores de comunidades ribeirinhas e trabalhadores locais. A baixa drástica no nível dos rios comprometeu o transporte fluvial, resultando em dificuldades diárias de deslocamento e perdas econômicas significativas para o comércio e os prestadores de serviço da área.

Com o recuo acentuado das águas, o acesso às embarcações tornou-se um obstáculo diário para os moradores. Relatos da comunidade indicam que a população precisa caminhar cerca de um quilômetro até conseguir alcançar os pontos de embarque.
A navegação também se tornou altamente precária. Mesmo após o início da viagem, as lanchas frequentemente encalham no meio do percurso devido à pouca profundidade, interrompendo o trajeto e tornando o deslocamento lento e desgastante.

Os reflexos da seca se estendem à economia local. Os permissionários e trabalhadores que atuam na Marina do Davi relatam quedas expressivas nas vendas e na circulação de pessoas. Com a redução drástica no movimento, o setor enfrenta prejuízos financeiros generalizados, afetando diretamente a renda de quem depende da atividade no local.
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