Em 2010 os advogados dos servidores que ganharam na justiça ação milionária contra o Amazonprev tentaram um acordo com o Estado, via PGE e SEFAZ, oferecendo um desconto de 30% e parcelamento de até 4 anos, mas os órgãos envolvidos orientaram ao governador a não ceder, pois ainda poderiam procrastinar alguns anos e a dívida cairia para outros governos,
No primeiro bloqueio judicial, ocorrido em julho, no valor de R$ 9.810.771,97 , a esposa do Procurador Geral, Frânio Lima, foi uma das beneficiárias no processo. Pelo que se apurou, ela, como os demais servidores, têm direito ao pagamento pelas diferenças salariais, mas o que Omar Aziz não perdoa foi a falta de transparência sobre a situação, pois o Amazonprev foi onerado em quase 50% do valor devido, quando poderia ter tido um desconto de 30% e ainda parcelado a dívida em 4 anos.

