Manaus/Am - A defesa da advogada Priscila Marcolino Coutinho, uma das presas por envolvimento no desvio de mais R$ 100 milhões de recursos da Saúde do Amazonas, teve o prosseguimento a uma reclamação negado pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber.
Segundo a Polícia Federal, responsável pelas investigações do caso, a advogada pedia que a prisão preventiva de Priscila cumpre em prisão comum fosse convertida em prisão domiciliar. Em sua decisão, Rosa Weber atenta para o fato de que, em localidade onde não há sala do estado maior, outras modalidades de prisões sejam aceitas como prisão especial.
