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Eletrobras recupera R$ 142 milhões após controvérsia judicial e afastamento de magistrados

Eletrobras recupera R$ 142 milhões após controvérsia judicial e afastamento de magistrados
Eletrobras recupera R$ 142 milhões após controvérsia judicial e afastamento de magistrados

Manaus/AM - A Eletrobras anunciou a recuperação de R$ 142,5 milhões, de um total de R$ 146,5 milhões, após uma execução movida por Bruno Thome, relacionada a títulos emitidos na década de 1970. O pagamento foi feito com aval judicial, mas a empresa alegou fraude e obteve decisão favorável do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que determinou a devolução dos valores.

Em nota, a empresa afirmou que a execução envolveu vícios processuais, como a nulidade da citação, e empresa então questionou a competência da Justiça Federal.

“Do valor remanescente, a Caixa Econômica Federal informou que mais R$ 2.030.108,06 já estão em procedimento interno de recuperação, e o Banco Bradesco comunicou que adotou as providências a seu cargo em relação ao valor restante de R$ 2.000.000,00”, diz o texto.

Em janeiro de 2025, a Vara Única de Presidente Figueiredo havia determinado a indisponibilidade de R$ 148,9 milhões, mas, após recurso, parte dos valores foi liberada. O STJ suspendeu a decisão, cancelando os alvarás e determinando o bloqueio dos valores.

O Corregedor Nacional de Justiça, Mauro Campbell, também afastou dois magistrados do Amazonas, o juiz Jean Pimentel e o desembargador Elci de Oliveira, envolvidos nas decisões que resultaram no pagamento indevido. Seus gabinetes foram lacrados e seus aparelhos eletrônicos periciados pela Polícia Federal, enquanto a investigação continua.

Nota Eletrobrás

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