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Diretor de Unidade da UEA acusado de assédio moral

Uma professora perseguida e a falta de providências da direção da Universidade Estadual do Amazonas está revoltando professores e alunos da unidade de Tabatinga. A professora Patrícia Reis está acusando o diretor do centro de interior da universidade, José Roberto Faria e Faria, de assédio moral e perseguição. Em carta ao Portal do Holanda, ela conta que o Zé não é professor e foi nomeado para o cargo pela ex-reitora Marileine Correa. "Mas parece intócavel, apesar dos desmandos na unidade diz a professora, que está em manaus e já ingresosu na Justyiça de Tabatinga contra José Roberto. L4ia a carta da professora, na óingra


Boa noite, gostaria de fazer uma denuncia contra o  diretor de um  dos centros do interior da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), José Roberto Faria e Faria, o  qual ocupa um cargo comissionado e mentido não sei por quem, já que o mesmo tem causado vários atos abusivos e autoritarios dentro do Centro de Ensino Superiores de Tabatinga (CESTB).

 

Bom, durante o recesso escolar, assim como todos os professores vindos de outros locais para trabalhar no CESTB, estive ausente do centro, ausência esta documentada e justificada, entre os dias 08 de agosto a 11 de setembro, pois do dia 04 a 08 de setembro estive participando de XIII Congresso Brasileiro de Limnologia, que foi realizado em Natal/RN. No dia 11, como ficou documentado, retornei para Tabatinga.

 

Ao retornar ao centro, assinei minha folha de freqüência do mês de setembro normalmente, assim como os outros professores. No dia 19 de setembro quando fui para assinar a referida folha, esta tinha sido retirada pelo diretor e em seu lugar posta outra na qual fui penalizada com faltas todos os dias em que estive ausente durante o mês de setembro. Solicitei a frequência do mês de agosto, que tinha sido preenchida, a pedido do administrador do centro, e esta também foi retirada pelo diretor e em seu lugar colocado uma com faltas a partir do 08 até o final do mês, sendo que os primeiros dias estavam em branco. Porém, outros professores que saíram de Tabatinga no mesmo período que eu, e alguns muito antes que eu, e retornaram no mesmo período que eu, inclusive, alguns no mesmo vôo, não receberam nenhum tipo de penalização. Inclusive professor que já está ausente do centro a mais de 60 sem autorização do reitor, fazendo doutorado, e não recebendo nenhum tipo de punição.

 

Ao questionar junto a ele o porquê do extravio das minhas folhas freqüência, o mesmo deu a seguinte resposta: que eu era a única professora que saiu sem portaria do reitor. Na verdade, somente um professor teve portaria assinada pelo reitor porque o mesmo foi para fora do país.

 

O que está acontecendo é uma forma de perseguição e retalhação, pois estou movendo um processo contra o diretor na Justiça de Trabalho de Tabatinga por ele, gratuitamente, ter me dado faltas em no mês de abril do corrente ano, mesmo me vendo ir trabalhar todos os dias. E coincidentemente, a retirada das freqüências assinadas ocorreu depois que o mesmo foi notificado para comparecer à audiência. Tornou-se uma prática corriqueira ele dar faltas para alguns professores, já que ele sabe que esta é uma forma de nos prejudicar, como está acontecendo agora.

 

Por esses motivos paguei uma passagem muito cara para vir a Manaus para resolver tal situação, já que lá por Tabatinga não consegui, porque o diretor proibiu que fosse aberto um processo para tal.

Recentemente, o diretor mandou um documento para a reitoria da Universidade que eu seja exonerada por abandono de emprego, alegando que não justifiquei minha ausência.

 

Deixo meu total repúdio a este ato tão exacrável  que ocorre  dentro de uma universidade pública.

 

Atenciosamente, 

 

 

Patrícia Reis

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