Início Amazonas Dionysio para Hiel Levy: "entre a audácia e o crime a distância é de poucos passos".
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Dionysio para Hiel Levy: "entre a audácia e o crime a distância é de poucos passos".

DIREITO DE DEFESA

- Prezado Holanda.

Solicito não como colaborador do “blog”, mas como cidadão citado na matéria “HIEL: AÇÃO PENAL CONTRA EDUARDO, NÃO. PROCEDIMENTO, SIM”, subscrita pelo cidadão que assina HIEL LEVY, a publicação desta manifestação de esclarecimento aos seus leitores, com o destaque que você entender necessário, diante do fato de que uma minha cliente de escritório, segundo afirma o indigitado, seria “MINHA TESTA DE FERRO”.
1.O uso da expressão “testa de ferro” é totalmente inapropriada no contexto citado pelo procurador do ex-governador, em relação a minha cliente, porquanto se refere a alguém que se apresenta em nome de outra pessoa, de alguma organização ou idéia que não é de sua própria autoria moral ou material, mas que apresenta ser, como esclarece a Professora ELIENE PERCÍLIA, no prestigiado site “BRASIL ESCOLA”, acrescendo ainda: A palavra “ferro” nos leva a pensar em algo duro, que se agüenta perante as mais diversas situações. Já a palavra “testa” sugere algo que está na frente, uma fachada. Já a palavra “testa” sugere algo que está na frente, uma fachada. As duas palavras juntas resultam em uma pessoa que é capaz de se impor e negociar a favor. Existem casos conhecidos de “Testas de Ferro” onde uma pessoa assume algo para proteger outros que se encontram economicamente e politicamente desprotegidos em face de poderes totalitários. Há outros, cujas causas são hipócritas e cuja aparência é baseada na mentira e no jogo sujo.

2.O procurador do ex-governador – jornalista, pelo que se sabe - deve saber disso!

3.Portanto, creio que tenha utilizado o termo no sentido metafórico, como nos ensina acima a professora Eliene, quando alerta que a expressão é usada para os casos em que as causas são hipócritas e cuja aparência é baseada na mentira e no jogo sujo.

4. Parto da suposição de que tenta ferir, magoar, ofende. É que a expressão é de uso comum, principalmente nos escalões mais altos da Administração Pública, quando conseguem mandato popular, políticos dissociados da honestidade.

5. Também é muito usada por Advogados, Juízes e membros do Ministério Público, quando querem se referir aos maus gestores públicos em procedimentos criminais e de improbidade, diante de indícios de que para roubar o dinheiro do povo, o gestor se utiliza de “filhos”, parentes, “compadres”, “comadres”, e em alguns casos até mesmo de “gigolô” para praticar ilícitos de toda ordem.

6.Se não o fez nesse sentido por força da habitualidade, é porque deve faltar ao “procurador do ex-governador”, o lustro, necessários para a tarefa a que se submeteu.

7.Quanto a mim, registro que a expressão utilizada não me ofende, já que não sou “político”, ou seja, de não tenho “vida pública” obtida por mandato, o que me obrigaria a dar satisfação da minha vida para o povo em geral, e aos ignorantes, em especial, acaso fosse governador, ex-governador, ou candidato a qualquer coisa.
8.No que se refere a ação que o indigitado subscritor do “esclarecimento” alega, jamais mencionei em público o patrocínio da mesma por meu escritório, apesar de tratar-se de ação popular, ou seja, AÇÃO DE CIDADANIA, QUE A TODO CIDADÃO INTERESSA OU DEVERIA INTERESSAR.

9.E continuarei sem comentar o procedimento. Mas não posso deixar de registrar o que o “procurador do ex-governador”, o DOUTOR Hiel Levy, deixou claro, porque é de interesse público, do cidadão em geral leitor do blog, o assunto. Disse ele: Já fiz a contestação de Eduardo Braga onde, dentre vários argumentos, justificamos a extinção desse novo processo justamente porque já existe uma decisão judicial sobre o fato, ocorrendo o que chamamos de COISA JULGADA MATERIAL, que impede um novo julgamento sobre o mesmo fato.

10.Nunca soube que o referido cidadão fosse ADVOGADO, e do ex-governador, e ainda mais na referida ação.

11.Ao que sabia participou do “alto escalão” da equipe do “ex-governador”, como jornalista que me parecia ser quando exonerado do cargo, após umas controvérsias tornadas públicas pelos jornais locais.

12.Portanto, é com tristeza que vejo um “caro colega” manejar informações e esclarecimentos, com o uso de expressão que seria mais adequada para definir pessoas com quem não tenho amizade ou interesse profissional; senão quando aparecer em meu escritório alguém, que contra os mesmos tenha direitos a cobrar. Aí, então, meu interesse será processá-los como réus, demandados, e se funcionar as instituições, condenados.

13.Ah! Mas alguém me diz, neste momento, que o indigitado procurador do ex-governador não é advogado coisa nenhuma.

14.Bom! Se não for, que fique certo ter declarado na matéria veiculada no BLOG, que “fez a contestação de...”, ou seja, se a informação for correta e não seja mesmo “advogado”, recaiu no exercício ilegal da advocacia.

15.Mas dando-me o direito da dúvida, se escreveu a asneira apenas por lapso, é porque de que de fato - e como disse acima -, FALTA-LHE MESMO É O LUSTRO PARA EXERCER A TAREFA A QUE SE DISPÔS.

16.MAS O QUE É MAIS INTERESSANTE DAQUILO QUE FOI ESCRITO PELO “JORNALISTA” E/OU/NÃO “ADVOGADO”, procurador do ex-governador, é o que está implícito, mas que qualquer ser pensante, que lei o desastrado esclarecimento, consegue perceber: A JUSTIÇA DO AMAZONAS JAMAIS JULGOU O MÉRITO DAS AÇÕES QUE SÃO CITADAS, INCLUSIVE A DO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL, QUE INFELIZMENTE PERDEU O PRAZO DE RECURSO.

17.Resta saber como a mesma JUSTIÇA AMAZONENSE JULGARÁ A AÇÃO POPULAR QUE O “JORNALISTA” E/OU/NÃO “ADVOGADO”, procurador do ex-governador, acusa ter sido manejada por mim através de “TESTA DE FERRO”, como a parecer que todos são iguais a ele e seus “mandatários”.

18.Em relação a minha cliente, não havendo a devida retratação quanto à acusação feita pelo “JORNALISTA” E/OU/NÃO “ADVOGADO”, procurador do ex-governador, no mesmo espaço, caberá tão só a mesma adotar o caminho que melhor entender em relação ao que foi citado pelo cidadão referido.

19.Finalmente, aproveito o ensejo para mandar duas mensagens FRATERNAS ao “JORNALISTA” E/OU/NÃO “ADVOGADO”, procurador do ex-governador, e mesmo aos seus mandatários, clientes - seja lá o que do mesmo forem-, sobre o que anima meu espírito, todas as vezes que dedilho o computador para escrever o que quer que seja neste BLOG:

“SUAS OPINIÕES (E SUAS AÇÕES) REVELAM O VERDADEIRO LUGAR QUE VOCÊ OCUPA NO MUNDO”; “TENHA BOM ÂNIMO, MAS SEJA COMEDIDO EM SEUS EMPREENDIMENTOS; DA AUDÁCIA AO CRIME, A DISTÂNCIA É DE POUCOS PASSOS” (André Luiz, espírito, na psicografia de Chico Xavier, a quem peço milhões de desculpas por intrometê-los neste assunto, esperando que não considerem erro, mas apenas “falta de lustro” de minha parte, nessa seara)

Dionysio  Paixão

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