Em 2007, o índice de Gini ( que é o indicador mais utilizado para medir a desigualdade) cresceu no Amazonas para 0,89 , seguido por São Paulo (0,88) e Rio de Janeiro (0,85), o que revela uma excessiva concentração de renda nas mãos de poucos. Este índice mede a desigualdade de 0 a 1, sendo que o 0 significa uma distribuição mais eqüitativa e o 1 seria o extremo da concentração. O estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado nesta quinta-feira, mostra ainda que 10% dos brasileiros concentram 75% da riqueza existente no país.
O estudo também é revelador dos efeitos danosos do sistema tributário vigente sobre a camada mais pobre da população: paga mais imposto quem tem menos recursos: no grupo dos 10% mais pobres, a tributação representa 32,8% da renda; já nos 10% mais ricos, 22,7% .
Em 2007, o Amazonas foi o estado com maior índice de Gini dos PIBs municipais (0,89), seguido por São Paulo (0,88) e Rio de Janeiro (0,85). Em compensação, os estados de Rondônia (0,62), Acre (0,65) e Tocantins (0,67) possuem os menores indicadores de desigualdade da renda dos municípios brasileiros. O Ipea destaca que estados com maior expansão dos PIBs municipais (Tocantins, Maranhão e Mato Grosso do Sul) não foram simultaneamente aqueles com as mais expressivas quedas no grau de desigualdade da riqueza territorial. Pelo contrário, registraram reduzida diminuição no índice de Gini entre 1996 e 2007.
Também os estados com menos dinamismo na expansão dos PIBs (Amazonas, Rio Grande do Sul e Pernambuco) não apresentaram as maiores reduções no grau de desigualdade da riqueza territorial. Na realidade, há importantes diversidades desituações apresentadas pelos estados no comportamento dos PIBs municipais, tendo indicado melhor desempenho a região Nordeste.
Para o grau de desigualdade medido pelo PIB per capita dos municípios brasileiros, constata-se que seis estados da federação sofreram elevação entre 1996 e 2007: Rio de Janeiro, de 42,4% no índice de Gini; Espírito Santo, com 26,5%; Mato Grosso, com 14,4%; Minas Gerais, com 8,8%; Maranhão, com 2,6%; e São Paulo, com elevação de 2,4%.
Em contrapartida, a maior parte dos municípios nos estados da federação registrou queda no índice de Gini no mesmo período de tempo. Os estados da região Norte foram os que tiveram maior queda no grau de desigualdade dos PIBs per capita: Roraima (67,1%), Rondônia (48,7%) e Amapá (40,4%).
O estudo também é revelador dos efeitos danosos do sistema tributário vigente sobre a camada mais pobre da população: paga mais imposto quem tem menos recursos: no grupo dos 10% mais pobres, a tributação representa 32,8% da renda; já nos 10% mais ricos, 22,7% .
Em 2007, o Amazonas foi o estado com maior índice de Gini dos PIBs municipais (0,89), seguido por São Paulo (0,88) e Rio de Janeiro (0,85). Em compensação, os estados de Rondônia (0,62), Acre (0,65) e Tocantins (0,67) possuem os menores indicadores de desigualdade da renda dos municípios brasileiros. O Ipea destaca que estados com maior expansão dos PIBs municipais (Tocantins, Maranhão e Mato Grosso do Sul) não foram simultaneamente aqueles com as mais expressivas quedas no grau de desigualdade da riqueza territorial. Pelo contrário, registraram reduzida diminuição no índice de Gini entre 1996 e 2007.
Também os estados com menos dinamismo na expansão dos PIBs (Amazonas, Rio Grande do Sul e Pernambuco) não apresentaram as maiores reduções no grau de desigualdade da riqueza territorial. Na realidade, há importantes diversidades desituações apresentadas pelos estados no comportamento dos PIBs municipais, tendo indicado melhor desempenho a região Nordeste.
Para o grau de desigualdade medido pelo PIB per capita dos municípios brasileiros, constata-se que seis estados da federação sofreram elevação entre 1996 e 2007: Rio de Janeiro, de 42,4% no índice de Gini; Espírito Santo, com 26,5%; Mato Grosso, com 14,4%; Minas Gerais, com 8,8%; Maranhão, com 2,6%; e São Paulo, com elevação de 2,4%.
Em contrapartida, a maior parte dos municípios nos estados da federação registrou queda no índice de Gini no mesmo período de tempo. Os estados da região Norte foram os que tiveram maior queda no grau de desigualdade dos PIBs per capita: Roraima (67,1%), Rondônia (48,7%) e Amapá (40,4%).
