Preocupado com as 203 demissões que irão acontecer na Superintendência da Zona Franca de Manaus e os impactos na economia do Amazonas, o deputado José Ricardo Wendling está defendendo que o poder público tente um novo Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público Federal ou uma nova alternativa, a fim de que se espere a realização de concurso público para suprir essas vagas temporárias.
Até o próximo mês, a Suframa mantém contrato de assessoramento com a Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica, para a contratação temporária de mão-de-obra técnica e especializada. Porém, o TAC firmado entre a Suframa e o MPF está expirando e o órgão não realizou concurso público para o preenchimento dessas 203 vagas.
De acordo com o parlamentar, boa parte dessas vagas é de técnicos que atuam em ações estratégicas da Suframa, como análise de projetos e acompanhamento de Processos Produtivos Básicos.
Para ele, o MPF está cumprindo a Constituição Federal, que prevê a contratação de servidores mediante chamada de aprovados em concurso público. “Mas essas decisões também não podem prejudicar as atividades da Suframa, que irão refletir em perdas econômicas para o Amazonas”, completou José.
