Hipolito Menezes Cordeiro
"Aquele que se diz vítima, "Antônio Jonson Tavares Amorim", na verdade é um estelionatário, com antecedentes na polícia, pela prática de crime contra o patrimônio, cujo dado pode verificado acessando-se o site do Tribunal de Justiça, fato não veiculado pela Imprensa" .
Por Hipólito Menezes Cordeiro, delegado de Polícia.
Caro Holanda, em respeito ao direito de resposta, gostaria de tecer alguns comentários elucidativos quanto à informação equivocada publicada neste blog, bem como veiculada pela Imprensa local. Convém esclarecer, em caráter preliminar, o fato de não encontrar-me foragido em momento algum, isso porque não cometi nenhum crime, tão pouco o planejei, ressaltando desde já a inexistência de Mandado de Prisão, em qualquer de suas espécies, decretada em meu desfavor.
Na noite do dia 17 de junho, por volta das 22 horas, fui acordado pelos latidos de meus cachorros, que se assustaram por haver um cidadão batendo palmas e gritando na frente de minha residência. Ao verificar, constatei que se tratava do Delegado Corregedor Adjunto Ramires (caso Adenildo), juntamente com outros policiais. De forma desrespeitosa e descontrolada, acordou a minha família, berrando para que eu o acompanhasse, omitindo-se, no entanto, em falar o destino e o motivo daquela tentativa de me intimidar.
Na manhã seguinte, almejando cientificar-me das razões que ensejaram a medida constrangedora adotada por aquela autoridade policial, comuniquei o fato ao Diretor da Polícia Metropolitana, Dr. Luciano, que não soube me explicar o que se passava. Adotei o mesmo procedimento em relação ao Chefe da Seccional , Dr Clóvis. Em face da atitude , manifestamente ilegal, fui ao Ministério Público, aproximadamente às 08h30, deslocamento que foi devidamente informado ao Dr. Luciano, para fins de representação, oportunidade em que fui surpreendido com a notícia de estar na circunstância de foragido. Questionei-me no momento: Como poderia estar foragido se não tinha conhecimento dos fatos desabonadores, inverídicos imputados a mim?
Notícias foram veiculadas a despeito de suposto Mandado Judicial, que foi por mim verificado e refutado junto ao site do Tribunal de Justiça, além da grosseira alegação de me encontrar em situação de flagrância. Pensei : mudaram o CPP de ontem pra hoje? Por mais atualizado que eu tente ficar, esta inovação deve ter passado desapercebida.
Recebi uma ligação me avisando o dever de me apresentar na Corregedoria . Mais uma vez indaguei: Por que se não havia recebido nenhuma notificação formal? Assim, agi como qualquer cidadão em sã consciência. Entrei em contato com os advogados da Associação dos Delegados de Polícia (ADEPOL) explicando como os fatos se deram na realidade, sendo constatado: a) a inversão de valores que acontecia naquela Corregedoria, b)inexistência de crime perpetrado por esta Autoridade Policial.
A Adepol adotou os meios jurídicos aptos a resguardar minha liberdade de locomoção, evitando ser alvo de qualquer ilegalidade .
Não obstante a situação revoltante acima narrada, ainda tenho que suportar a inversão de pólos ocorrida no caso em tela, posto que a suposta vítima "Antônio Jonson Tavares Amorim", na verdade é um estelionatário, com antecedentes na polícia, pela prática de crime contra o patrimônio, cujo dado pode verificado acessando-se o site do Tribunal de Justiça, fato não veiculado pela Imprensa, assim como o golpe que este aplicou no empresário Tadeu, fatos que o Corregedor da Polícia Civil não quis atentar, não se sabe por quais motivos, causando a ilusão de que esta Autoridade Policial descumpriu os deveres funcionais.
Acredito que todo o equívoco será solucionado na Justiça, divulgando-se, em seguida seu desfecho para a sociedade. É surpreendente como notícias deturpadas têm o condão de invadir a dignidade das pessoas e, infelizmente, num instante transformá-las em bandidos, ganhando estampas em meios de comunicação , como única verdade. Mas este profissional busca confortar-se nas ligações honrosas que recebe, após este episódio fatídico, por intermédio de pessoas que afirmam com toda segurança saber de sua integridade. Há mais de 35 (trinta e cinco) anos cumpro minha função com lealdade, zelo, paridade e profissionalismo.
Acredito que os esclarecimentos são válidos, uma vez que buscam evitar que a sociedade sinta descrédito na instituição que represento, iludida na informação de que existe um Delegado envolvido na prática de ato ilícito, quandona verdadeeste e os demais alvos dessa situação, são as únicas vítimas que tiveram violado um dos maiores bens que o ser humano tem: a dignidade. Não posso deixar de lamentar o mau causado aos meus familiares e amigos, os quais de forma solidária e preocupada manifestaram total apoio a este que faz o pedido de resposta.
"Aquele que se diz vítima, "Antônio Jonson Tavares Amorim", na verdade é um estelionatário, com antecedentes na polícia, pela prática de crime contra o patrimônio, cujo dado pode verificado acessando-se o site do Tribunal de Justiça, fato não veiculado pela Imprensa" .
Por Hipólito Menezes Cordeiro, delegado de Polícia.
Caro Holanda, em respeito ao direito de resposta, gostaria de tecer alguns comentários elucidativos quanto à informação equivocada publicada neste blog, bem como veiculada pela Imprensa local. Convém esclarecer, em caráter preliminar, o fato de não encontrar-me foragido em momento algum, isso porque não cometi nenhum crime, tão pouco o planejei, ressaltando desde já a inexistência de Mandado de Prisão, em qualquer de suas espécies, decretada em meu desfavor.
Na noite do dia 17 de junho, por volta das 22 horas, fui acordado pelos latidos de meus cachorros, que se assustaram por haver um cidadão batendo palmas e gritando na frente de minha residência. Ao verificar, constatei que se tratava do Delegado Corregedor Adjunto Ramires (caso Adenildo), juntamente com outros policiais. De forma desrespeitosa e descontrolada, acordou a minha família, berrando para que eu o acompanhasse, omitindo-se, no entanto, em falar o destino e o motivo daquela tentativa de me intimidar.
Na manhã seguinte, almejando cientificar-me das razões que ensejaram a medida constrangedora adotada por aquela autoridade policial, comuniquei o fato ao Diretor da Polícia Metropolitana, Dr. Luciano, que não soube me explicar o que se passava. Adotei o mesmo procedimento em relação ao Chefe da Seccional , Dr Clóvis. Em face da atitude , manifestamente ilegal, fui ao Ministério Público, aproximadamente às 08h30, deslocamento que foi devidamente informado ao Dr. Luciano, para fins de representação, oportunidade em que fui surpreendido com a notícia de estar na circunstância de foragido. Questionei-me no momento: Como poderia estar foragido se não tinha conhecimento dos fatos desabonadores, inverídicos imputados a mim?
Notícias foram veiculadas a despeito de suposto Mandado Judicial, que foi por mim verificado e refutado junto ao site do Tribunal de Justiça, além da grosseira alegação de me encontrar em situação de flagrância. Pensei : mudaram o CPP de ontem pra hoje? Por mais atualizado que eu tente ficar, esta inovação deve ter passado desapercebida.
Recebi uma ligação me avisando o dever de me apresentar na Corregedoria . Mais uma vez indaguei: Por que se não havia recebido nenhuma notificação formal? Assim, agi como qualquer cidadão em sã consciência. Entrei em contato com os advogados da Associação dos Delegados de Polícia (ADEPOL) explicando como os fatos se deram na realidade, sendo constatado: a) a inversão de valores que acontecia naquela Corregedoria, b)inexistência de crime perpetrado por esta Autoridade Policial.
A Adepol adotou os meios jurídicos aptos a resguardar minha liberdade de locomoção, evitando ser alvo de qualquer ilegalidade .
Não obstante a situação revoltante acima narrada, ainda tenho que suportar a inversão de pólos ocorrida no caso em tela, posto que a suposta vítima "Antônio Jonson Tavares Amorim", na verdade é um estelionatário, com antecedentes na polícia, pela prática de crime contra o patrimônio, cujo dado pode verificado acessando-se o site do Tribunal de Justiça, fato não veiculado pela Imprensa, assim como o golpe que este aplicou no empresário Tadeu, fatos que o Corregedor da Polícia Civil não quis atentar, não se sabe por quais motivos, causando a ilusão de que esta Autoridade Policial descumpriu os deveres funcionais.
Acredito que todo o equívoco será solucionado na Justiça, divulgando-se, em seguida seu desfecho para a sociedade. É surpreendente como notícias deturpadas têm o condão de invadir a dignidade das pessoas e, infelizmente, num instante transformá-las em bandidos, ganhando estampas em meios de comunicação , como única verdade. Mas este profissional busca confortar-se nas ligações honrosas que recebe, após este episódio fatídico, por intermédio de pessoas que afirmam com toda segurança saber de sua integridade. Há mais de 35 (trinta e cinco) anos cumpro minha função com lealdade, zelo, paridade e profissionalismo.
Acredito que os esclarecimentos são válidos, uma vez que buscam evitar que a sociedade sinta descrédito na instituição que represento, iludida na informação de que existe um Delegado envolvido na prática de ato ilícito, quandona verdadeeste e os demais alvos dessa situação, são as únicas vítimas que tiveram violado um dos maiores bens que o ser humano tem: a dignidade. Não posso deixar de lamentar o mau causado aos meus familiares e amigos, os quais de forma solidária e preocupada manifestaram total apoio a este que faz o pedido de resposta.



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