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Custos vão ser avaliados

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Apesar de ter revogado na íntegra a portaria nº 966/14, o presidente convocou uma sessão administrativa com todos os desembargadores para discutir os custos do Tribunal. “A revogação não significa o fim da discussão do assunto, quero ouvir os colegas desembargadores sobre cada um dos pontos apresentados na portaria do desembargador Romano”. A sessão está marcada para o dia 15 de maio, às 09h, na sede da instituição.

O presidente elogiou a decisão dos desembargadores que, em reunião administrativa, suspenderam a execução da portaria um dia depois de ter sido publicada. Entre os presentes estavam os desembargadores Yedo Simões, Socorro Guedes, Flávio Pascarelli Lopes, Aristóteles Lima Thury, Carla Reis, Sabino Marques, Domingos Chalub, Jorge Lins, Lafayette Carneiro Vieira Júnior, Encarnação das Graças Sampaio, Djalma Martins, Paulo Lima, Wellington Araújo e Rafael Romano, o único com voto divergente.

“A portaria foi publicada quando eu estava no gozo de férias regulamentares, dentro de um avião com 13 horas de voo, sem qualquer comunicação com o mundo. Mas ainda há ‘juízes em Berlim’”, disse o presidente citando frase conhecida no mundo jurídico ao se referir à suspensão da execução da portaria pela Corte, aplaudindo uma atitude que considerou coerente, sensata e prudente dos desembargadores.

“Não é fácil administrar um poder grande como o Tribunal de Justiça do Amazonas e com recursos limitados. A sociedade amazonense tem que ter conhecimento do que minha administração está realizando, o zelo e o rigor com a aplicação dos recursos neste Tribunal e a responsabilidade que tenho, enquanto presidente desta instituição, de buscar uma melhor prestação jurisdicional”, afirmou.

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