Júlio César Raposo Lisboa, 44, que por determinação do juiz Leoney Figliuolo será nomeado no cargo de investigador, já pertenceu aos quadros da polícia do Amazonas. Júlio assumiu como investigador de 2ª Classe em 1987, mas dia 25 de junho de 1988 ele matou com um tiro no peito o estudante Rogério Ramos Bessa. O crime ocorreu no portão da Escola Técnica Federal do Amazonas, onde a vítima e acusado participavam de uma festa junina.
O investigador foi condenado a 9 anos de prisão pelo Conselho de Sentença da 1ª Vara do Tribunal do Júri, dia 22 de agosto de 1989, presidida na época pela juíza Edna Maria Mourão Machado.
O acusado, que hoje volta aos quadros da Polícia Civil, foi expulso da instituição dia 16 de dezembro de 1988, por decreto assinado pelo governador em exercício à época, Vivaldo Barros Frota e o hoje prefeito de Iranduba, Raimundo Nonato Lopes,então secretário de Segurança.
Depois de condenado, Júlio César conseguiu alvará de soltura e deixou a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa. Foi parar em Fonte Boa, onde seu tio, o hoje deputado estadual Wilson Lisboa, era prefeito e encaminhou à Justiça uma certidão afirmando que o acusado era seu secretário particular.
Em seguida o ex-policial desapareceu . Vários mandados de prisão foram expedidos, mas sem sucesso. Júlio voltou a ser preso em Fortaleza, mas também fugiu voltando a cair nas mãos da Justiça em 17 de setembro de 2003, quando foi preso no Espírito Santo, onde já trabalhava como professor universitário.
Nos autos do processo que Júlio César, condenado por homicídio, responde no Amazonas, a última informação é uma correição dia 2 de agosto de 2007,onde consta processo em ordem e pede-se que oficie a comarca de Vitória para saber informações do cumprimento da pena do homicida.
Dois fatos chamam atenção nesse processo. O nome de Júlio César Raposo Lisboa não consta no Site do Tribunal de Justiça do Amazonas como condenado por homicídio e não existe resposta do Espírito Santo a respeito do cumprimento da pena.
Não se sabe também quando e como o acusado de matar o estudante Rogério Ramos Bessa, filho do policial civil Adjalma Bessa, voltou para Manaus, fez o concurso da Polícia Civil, se classificou e conseguiu na Justiça sua nomeação.
O investigador foi condenado a 9 anos de prisão pelo Conselho de Sentença da 1ª Vara do Tribunal do Júri, dia 22 de agosto de 1989, presidida na época pela juíza Edna Maria Mourão Machado.
Depois de condenado, Júlio César conseguiu alvará de soltura e deixou a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa. Foi parar em Fonte Boa, onde seu tio, o hoje deputado estadual Wilson Lisboa, era prefeito e encaminhou à Justiça uma certidão afirmando que o acusado era seu secretário particular.
Em seguida o ex-policial desapareceu . Vários mandados de prisão foram expedidos, mas sem sucesso. Júlio voltou a ser preso em Fortaleza, mas também fugiu voltando a cair nas mãos da Justiça em 17 de setembro de 2003, quando foi preso no Espírito Santo, onde já trabalhava como professor universitário.
Nos autos do processo que Júlio César, condenado por homicídio, responde no Amazonas, a última informação é uma correição dia 2 de agosto de 2007,onde consta processo em ordem e pede-se que oficie a comarca de Vitória para saber informações do cumprimento da pena do homicida.
Dois fatos chamam atenção nesse processo. O nome de Júlio César Raposo Lisboa não consta no Site do Tribunal de Justiça do Amazonas como condenado por homicídio e não existe resposta do Espírito Santo a respeito do cumprimento da pena.
Não se sabe também quando e como o acusado de matar o estudante Rogério Ramos Bessa, filho do policial civil Adjalma Bessa, voltou para Manaus, fez o concurso da Polícia Civil, se classificou e conseguiu na Justiça sua nomeação.

