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Com TCE de olho, Seduc não homologa licitação e alunos ficam sem fardamento no Amazonas

 

A Comissão Geral de Licitação (CGL) e a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) ainda não sabem o que vão fazer com a licitação realizada em abril deste ano destinada a aquisição do fardamento dos mais de 450 mil alunos da rede  estadual de ensino.

O impasse se dá pelo fato de que mesmo tendo ofertado o menor lance, a empresa Capricórnio S/A que propôs fornecer as fardas a um custo de R$ 11 milhões e 700 mil, não arrematou o pregão. A empresa declarada vencedora do certame, foi a Comércio e Indústria Equilíbrio Ltda, ligada à empresária Ana Paula Perrone, que apresentou um dos lances mais altos da concorrência, R$ 24 milhões. Uma diferença de mais de 100% sobre o menor valor proposto.

 A homologação do certame está sendo esperada desde 4 de maio e enquanto isso, passados quase quatro meses do início do ano letivo,  os estudantes da rede estadual de ensino estão tendo que pagar entre R$ 25,00 e R$ 35,00 por uma camisa confeccionada pelas escolas em parceria com as Associações de Pais e Mestres (APMC’s).

Nas escolas, as reclamações dos pais tem sido constantes. Para tentar minimizar os questionamentos dos responsáveis pelos alunos, os diretores têm orientado os estudantes que compareçam às aulas vestidos com uma camiseta branca e calça jeans. Pelo andar da carruagem, o improviso deve se estender por mais algum tempo já que homologar uma licitação cujo valor classificado como melhor oferta ficou 100% acima da menor proposta apresentada será correr riscos  e cair na malha do TCE.

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