Manaus/AM - O ato que ocorre na tarde deste sábado (3), na Praça da Saudade, em Manaus, relembrou a polêmica da suposta propina pedida por Jair Bolsonaro, para a compra da vacina Astrazeneca. Com replicas de notas de dolares sujos de sangue nas mãos, manifestantes apontavam que vidas foram ceifadas pela provável corrupção na aquisição.
Segundo a Folha de São Paulo, Luiz Paulo Dominguetti Pereira, que se apresenta como representante da empresa Davati Medical Supply, afirmou que o diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, cobrou propina de 1 dólar por dose para fechar a compra de 400 mil.
Yan Evanovick, coordenador da Frente Brasil Popular, disse que o protesto deste sábado é resultado das denúncias nas compras dos imunizantes, e também da falta de exemplo de Bolsonaro à medidas de segurança contra a Covid.
"Quando o presidente Bolsonaro decide tirar a máscara de uma criança em um ato, decide pra uma mulher baixar as máscara, ele está assumindo o dolo, o risco dessas pessoas morrerem. O Bolsonaro vai parar e algum momento na corte de Haia, por genocídio", explicou Evanovick.
Ato em Manaus
Cerca de mil pessoas, expressando descontentamento, foram até a praça exigir a saída do presidente, melhorias na Educação, Saúde, Emprego e celeridade na vacinação.
Estavam sendo distribuídas máscaras e alcool em gel.


