Manaus/AM - A cheia dos rios no Amazonas já causou aproximadamente R$ 200 milhões de prejuízos, segundo recente levantamento do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam).
Ao todo, o valor é referente à produção de mais de 17 mil famílias, em 26 municípios. Entre as principais culturas afetadas estão banana, hortaliças, mamão e mandioca.
O levantamento é referente aos municípios de Atalaia do Norte e Benjamin Constant (Alto Solimões); Fonte Boa e Tefé (Médio Solimões); Anori , Careiro da Várzea e Manacapuru (Solimões); Boca do Acre, Pauini, Lábrea e Canutama (Purus).
Também integram a lista as cidades de Guajará, Ipixuna, Envira, Eirunepé, Itamarati, Juruá e Carauari (Juruá); Humaitá, Manicoré, Nova Olinda do Norte, Borba e Novo Aripuanã (Rio Madeira), Itacoatiara (Médio Amazonas)e Nhamundá e Urucará (Baixo Amazonas).
Segundo a Defesa Civil do Amazonas, mais de 400 mil pessoas já foram afetadas pelas cheias em todo o estado. Na capital, por exemplo, o nível do Rio Negro atingiu neste domingo (30), a cota de 29,97 metros e se igualou a cheia histórica de 2012. Em Manaus, a defesa civil estima que 4 mil pessoas sejam impactadas diretamente.

