A sanção contra Braga e Melo será definida nesta quarta-feira. A razão é que o relator, jurista Vasco Amaral, votou pela absolvição dos dois politicos, mas a divergência, iniciada pelo juiz federal Márcio Coelho de Freitas, foi acompanhada por Joana dos Santos Meireles, Victor André Liuzzi e o jurista Mário Augusto Marques. Votou com o relator o desembargador Aristóteles Thury.
O desembargador Flávio Pascarelli, que presidiu a sessão, disse que se tivesse de votar também iria acompanhar o voto divergente por entender que o ex-governador Eduardo Braga cometeu crime de propaganda antecipada, quando disse no programa "fala governador", que dia 31 de março iria se desincompatibilizar do cargo. “Se ele disse isso deixou claro que seria candidato”, afirmou.
