Início Amazonas Audiência Pública debate problema na reposição de insulina no Amazonas
Amazonas

Audiência Pública debate problema na reposição de insulina no Amazonas

1,2 mil pacientes diabéticos precisam

Envie
Audiência Pública debate problema na reposição de insulina no Amazonas
Audiência Pública debate problema na reposição de insulina no Amazonas
Envie

Manaus/AM - Com objetivo de discutir sobre a logística da reposição de insulina na Central de Medicamentos do Amazonas (Cema), será realizada  uma Audiência Pública para debater esse tema, que tem afetado portadores de diabetes que necessitam do serviço oferecido pela Cema. O evento acontece nesta terça-feira (03), no Auditório Beth Azize, da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), localizado na Avenida Mário Ypiranga Monteiro, 3.950 - Parque Dez, zona centro-sul de Manaus.

A audiência pública partiu de uma visita do deputado Francisco Souza a Cema, no dia 08 de junho, que foi averiguar a denúncia feita pelo servidor público Josafá Costa, 30, que estava sem retirar o medicamento há 4 meses. Na época o servidor precisava das insulinas tipo Degludeca (Tresiba) e a Lispro (Humalog) para o tratamento de sua filha de 04 anos, Ana Júlia, que possui diabetes.

Os dois tipos principais de diabetes são o Tipo 1, na qual o indivíduo nasce com essa condição e precisa de insulina (Degludeca/Tresiba) e a Lispro/Humalog) para se manter instável. Já o Tipo 2 desenvolve a doença ao decorrer da vida, tendo como fatores desencadeantes o consumo exagerado de açúcar e falta de exercícios físicos.

De acordo com a Cema, atualmente existem 1.200 diabéticos Tipo 1 cadastrados no órgão que retiram o medicamento periodicamente. Porém devido aos atrasos na chegada, os portadores tem sofrido com altos preços do remédio e até risco de morte provenientes por complicações da doença.

Para debater sobre o assunto, a audiência pública contará com as presenças do coordenador da Cema, Olávo Tapajós, da representante do Conselho de Farmácia do Amazonas (CRF-AM), Edniza Guedes, bem como de estudantes de medicina da Universidade Nilton Lins e Fametro.

Siga-nos no

Google News