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Assassino do padre ganha liberdade

Um dos assassinos do   padre italiano Ruggero Ruvoletto, Klinger Oliveira, que participou da reconstituição, dia 12 de agosto do ano passado, quando contou detalhes do crime, ganhou liberdade no dia 30 de maio deste ano. O juiz Jaime Artur Santoro Loureiro, da 2ª Vara Criminal, concedeu-lhe a alvará de soltura  "por excesso de prazo" .


Além de soltar o acusado, que diante da polícia e da imprensa confessou o crime, mas agora nega, o juiz ainda declinou competência do processo a uma das Varas do Júri Popular.

De acordo despacho de Jaime Santoro no curso da instrução, as testemunhas afirmaram que nenhum bem da vítima foi subtraído, restando os valores que tinha em sua posse intactos, fato corroborado pela perícia técnica realizada no lcaol do crime. E concordando com o parecer ministerial, ele chegou a conclusão de que que se tratou de homicídio, e não latrocínio, conforme apontaram as investigações da polícia.

Ao contrário de Santoro, o juiz Mauro Antony enende que houve latrocinio.  O Tribunal deve definir quem está com  a razão, mas enquanto isso  o criminoso fica em liberdade.

 
Entenda o caso


O padre italiano Ruggero Ruvoletto, 52, foi morto por volta de 07h10 da manhã do dia 19 de setembro de 2009, na residência dos padres da Área Missionária Imaculado Coração de Maria, na rua Santa Luzia, 3, bairro Santa Etelvina, Zona Norte, de Manaus onde ele morava com o padre Sandro Sebastião Filho.
No quintal, foram encontrados parte do dinheiro e o celular da vítima que os ladrões deixaram cair.

Prisão e reconstituição

Quase um ano depois, dia 28 de julho do ano passado policiais do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO) e da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) prenderam em Itacoatiara, Klinge Oliveira Craveira, acusado de matar o padre Ruggero Ruvoleto.


No dia 12 de agosto do ano passado, dias depois da prisão do acusado, os delegados Orlando Amaral, da Roubos e Furtos e Fabiano Azevedo, da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), realizaram a reconstituição do crime, com o acusado contando detalhes de tudo que ocorreu na manhã do assassinato.

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