Os três amazonenses que deram apoio logístico aos cariocas que sequestraram o empresário Wellington Lins contam detalhes do sequestro e como os cabeças da operação escaparam. Entre os depoimentos dos implicados, está o de um menor, funcionário da Fametro e íntimo da familia Lins, que frenquentava a casa do empresário.
O que não consta nos documentos postados hoje pelo Portal do Holanda são os bastidores das investigações. A polícia colocou um microtransmissor na mala que continha o dinheiro do resgate: R$ 1 milhão, mas os sequestradores ficaram com a mala por apenas cinco minutos, descartando-a.
Os cabeças do sequestro são conhecidos como Carioca e Adriano, que prometeram cinco mil reais a cada um dos envolvidos no esquema da logistica do crime.
