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Amazonas Energia explica problemas de queda de energia na CMM

As ligações clandestinas, que segundo a empresa geram prejuízo de R$ 400 milhões, e os investimentos para melhorar a qualidade da energia fornecida para Manaus, foram assuntos tratados pela concessionária Amazonas Energia nesta quarta-feira (30), na Câmara Municipal de Manaus (CMM), por solicitação do vereador Álvaro Campelo (PP), presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da CMM (Comdec).

Álvaro Campelo disse estar preocupado com as constantes interrupções de energia elétrica, apesar dos investimentos da empresa. “O consumidor não consegue perceber a ordem desses investimentos, especialmente os moradores das zonas Norte e Leste, que mais padecem com a falta e a queda de energia na área”, disse ele.

O sistema frágil não resiste às intempéries (ventanias, chuvas, raios) e preocupa o vereador, que fez o questionamento à equipe da empresa, integrada pelo representante institucional do presidente da Eletrobras, Doly Boucinhas; diretor de operação e geração do interior da Eletrobras Amazonas Energia, Rady Gomes de Oliveira; dos palestrantes, José Luiz Gonzaga do Nascimento, assistente do diretor de Geração e Distribuição da Eletrobras, e Eduardo de Xerez Vieiralves, gerente de Departamento de Operação da Eletrobras.

José Luiz Gonzaga do Nascimento apresentou um vídeo institucional da empresa, mostrando ações, investimentos, obras e estruturação para resolver problemas crônicos que se arrastam, especialmente em Manaus, que segundo ele, cresce seis vezes com maior rapidez do que outras cidades. Ele garantiu que a Eletrobras está fazendo investimentos para, em curto prazo, termos energia com mais qualidade e continuidade.

Com a interligação do Amazonas com o linhão de Tucuruí (PA) e a integração ao Sistema Interligado Nacional da Eletrobras, com investimentos de R$ 500 milhões em obras e cinco novas subestações e nove linhas de transmissão, previstos para o início do segundo semestre do próximo ano, o Estado passará a ter um sistema robusto de energia elétrica, conforme deixou claro José Luiz Gonzaga.

 

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