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Amazonas compõe grupo que discute formulação do Plano Nacional de Segurança Pública

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Amazonas compõe grupo que discute formulação do Plano Nacional de Segurança Pública
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Manaus/AM- Desde que foi inaugurado para a Copa do Mundo de 2014, o Centro Integrado de Comando e Controle do Amazonas (CICC) já elaborou 100 planos táticos e participou de quase 200 operações integradas de segurança. A expertise, aliada ao fato de o Estado ser um dos poucos que manteve operante a estrutura legada com o mundial de futebol, colocaram o Amazonas em posição de destaque na elaboração do Plano Nacional de Segurança Pública.

Com o plano, o governo federal espera estabelecer um marco regulatório Nacional de Coordenação, Comunicações, Comando e Controle de Segurança Pública, integrando todos os estados e Distrito Federal em ações de segurança que possam responder às demandas da sociedade. O secretário executivo adjunto de Gestão Integrada, coronel Dan Câmara, está em Brasília (DF) participando da construção das propostas.

A entrada do Amazonas foi solicitada pela diretoria de Operações da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) ao vice-governador e secretário de Segurança Pública, Bosco Saraiva. A medida é um reconhecimento ao trabalho realizado no Estado e decorre da visibilidade alcançada com o I Seminário de Integração e Interoperabilidade, que ocorreu durante a Operação Enem 2017, realizada pela Senasp com a participação dos 26 estados brasileiros e Distrito Federal. A atividade deu início à reativação do Sistema Integrado de Comando e Controle (SICC) agora com uma nova roupagem, focando na segurança publica de forma ampla.

Destaque nacional - O Sistema Integrado de Comando e Controle Nacional foi instituído para compor os Centros Integrados de Comando e Controle dos Estados que foram sedes dos grandes eventos. A proposta é estabelecer regras para operações em âmbito nacional.

Com o fim dos grandes eventos internacionais no Brasil, como RIO+20; Jornada Mundial da Juventude, Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016, o governo federal extinguiu a Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça. Com isso, o sistema foi transferido para a Secretaria Nacional de Segurança Pública e, durante meses, esteve inoperante.

No Amazonas, a Secretaria Executiva Adjunta de Planejamento e Gestão Integrada para Grandes Eventos (Seasge) foi reformulada para Secretaria Executiva Adjunta de Planejamento e Gestão Integrada de Segurança (Seagi) com a finalidade de planejar, coordenar, executar e avaliar as ações integradas de segurança pública, grandes eventos, operações complexas interagências, eventos críticos, incidentes e catástrofes, entre outros.

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