O secretário de Saúde, Wilson Alecrim, alugava duas motos, sem gasoiina, por R$ 3,9 mil mensais. O Ministério Público de Contas considerou um excesso e em parecer diz que com o dinheiro gasto em um ano - R$ 47,7 mil - só com aluguel - daria para comprar várias motocicletas. O MPC pediu a rejeição das contas do secretário, mais a devolução do dinheiro. Apesar do relatório e das provas nos autos, o Pleno do TCE aprovou as contas de Alecrim, relativas a 2005
Contrário ao parecer do Ministério Público de Contas, que se manifestou pela irregularidade das contas exercício 2005 do secretário estadual de saúde, Wilson Alecrim, e ainda opinou pela aplicação de multa, com devolução aos cofres públicos de R$ 47 mil, o Pleno do TCE considerou que Alecriam não cometeu excessos e aprovou suas contas, com ressalvas.
Os conselheiros acompanharam o voto do relator da matéria, o decano do Tribunal Lúcio Alberto de Lima Albuquerque, que foi contra o parecer do procurador Evanildo Santana Bragança.
Os conselheiros acompanharam o voto do relator da matéria, o decano do Tribunal Lúcio Alberto de Lima Albuquerque, que foi contra o parecer do procurador Evanildo Santana Bragança.
O procurador de contas pediu a grossa devido Wilson Alecrim ter firmando contrato de locação de duas motocicletas com motoqueiros no valor de R$ 47.701,92. De acordo com Evalnildo que pediu a devolução do dinheiro, mas não foi atendido, o valor pago era suficiente para comprar as motos e pagar os condutores. Mensalmente a Secretaria Estadual de Saúde pagava de aluguel das motocicletas com condutor e mais gasolina R$ 3.975,16, perfazendo um total em 12 meses de R$ 47.701,92.

