O juiz José Ribamar da Costa Soares, da 1ª Vara Especializada em Tráfico e Uso e Entorpecentes, aceitou a denúncia contra Hebert Bastos de Andrade,
a namorada dele Nayla Kiane Carvalho de Oliveira, 18, o estudante Marcos Divino Laborda da Costa, 19, e o peruano Marcel Amazonas de Paiva, 42. Eles foram presos em flagrante na tarde do dia 23 de abril por policiais do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO) com 26 quilos de cocaína.
Herbert Bastos, que no processo que responde na 1ª Vecute usa o nome de Hebert, sem a letra (R), para se passar por réu primário, foi preso dias depois de prestar depoimento no Tribunal de Justiça do Amazonas, como uma das principais testemunhas de acusação do Ministério Público contra o promotor de Justiça, Walber Nascimento, acusado de envolvimento com grupos ligados ao tráfico.
Usando o nome de Hebert Bastos Andrade, com a ausência do (R), ele conseguiu um nada consta no Tribunal de Justiça, para tentar o relaxamento do flagrante. Mas como Herbert Bastos Andrade, ele responde pelo homicídio de Sandrerlon Nunes Rodrigues, o “Sandrinho”, juntamente com Hudson Pereira da Silva e Jânio Rodrigues Ferreira, o “Ratão”.
De acordo com a polícia, Hebert e os comparsas, acusados de executar “Sandrinho”, teriam ligações com quadrilha do colete liderado por Carter Sena Bonates da Cunha, de 30 anos, morto a tiros dia 15 de janeiro, na Avenida Djalma Batista com João Valério, bairro Viera Alves.
