Manaus/AM- Em reunião na manhã desta terça-feira, 6, o vice-prefeito e secretário municipal de Infraestrutura, Marcos Rotta, avaliou os impactos das ações preventivas à cheia, implementadas pela Prefeitura de Manaus desde janeiro deste ano. Para ele, o plano de prevenção determinado pelo prefeito Arthur Virgílio Neto minimizou os prejuízos ao comércio no centro da cidade e, principalmente, à população que mora nas áreas tradicionalmente afetadas.
O vice-prefeito explicou que a prefeitura montou uma força-tarefa, composta pelas secretarias municipais da Mulher, Assistência Social e Direitos Humanos (Semmasdh), Limpeza Pública (Semulsp), Infraestrutura (Seminf) e Defesa Civil, que criou um plano de prevenção à cheia.
Embora o rio tenha atingido a cota de 29 metros, algumas áreas da cidade não sofreram com as alagações como em anos anteriores.
Balanço
Ao todo, foram dragados 45 igarapés em áreas iminentes e construídos três quilômetros de pontes, em caráter emergencial. A prefeitura também realizou o cadastramento de 2.610 familias para recebimento de eventual ajuda. Outras 582 imóveis foram visitados, mas os proprietários não foram encontrados nas residências. Além disso, mais 500 famílias da zona Ribeirinha também devem ser beneficidas.

