50 toneladas de aço para vigas que vão sustentar o Proama

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06/07/2014 19h47 — em Amazonas

 

A empresa Carboquímica da Amazônia, na avenida Oitis, no Distrito Industrial 2, na zona Leste, está confeccionando as vigas de aço que deverão substituir as estruturas do Programa Águas para Manaus (Proama), que foram destruídas no último dia 24, por uma balsa transportadora de areia. Ontem, o prefeito Artur Neto esteve na empresa e acompanhou de perto o trabaho.

 

Ao todo serão usadas 50 toneladas de aço para construir 40 metros de placas, sendo duas de 12m e outra de 16m. O material bruto chegou a Manaus na noite da última quinta-feira, 03, e desde então, os operários iniciaram a produção. De acordo com o prefeito, todo o trabalho de recuperação do trecho destruído deverá ser concluído ainda neste mês.

 

"Nós estamos correndo atrás deste prejuízo enorme. Estamos trabalhando de maneira muito séria. É um compromisso de todos nós. Antes do fim do mês, nós teremos o restabelecimento pleno da água no Proama e lamentamos muito, porque é um dinheiro público que se gasta para recuperar algo que não deveria ter sido destruído da maneira que foi", garantiu.

 

Arthur destacou, que tanto a prefeitura de Manaus quanto o governo do Estado estão atuando de forma rápida para que o problema seja sanado. De acordo com ele, não só o poder público, mas todos os envolvidos na reconstrução, estão empenhados para que as mais de 500 mil famílias das zonas Norte e Leste da cidade, que ficaram sem água, tenham o abastecimento normalizado o mais rápido possível.


"Vou ficar acompanhando de perto o trabalho no Proama e também aqui na empresa o desenvolvimento deste trabalho, que infelizmente, é apenas para repor um serviço que o povo já tinha. O povo não tinha água, não tinham dado água para a população das zonas Norte e Leste. Só após um entendimento, a prefeitura e o governo sanaram este problema e de uma hora para outra, tiram esse serviço tão importante. Tudo isso, maltrata o coração da gente, mas é nosso dever devolver esse serviço para a população", disse o prefeito.

 

Investigação

 

De acordo com Arthur Virgílio, a prefeitura ainda não calculou quanto, em recursos, serão novamente gastos para recuperar o trecho destruído. Ele garantiu que um inventário está sendo feito para contabilizar o prejuízo.

 

Ainda segundo o prefeito, além de acompanhar os trabalhos de reconstrução do Proama, ele irá monitorar também o inquérito policial, instaurado pela Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO) da Polícia Civil e da Marinha do Brasil, que investigam as causas do acidente.