Manaus/Am - Os fãs do gênero musical típico da Jamaica, mas que já dominou o Brasil de Norte a Sul e tem como ícone o cantor e compositor Bob Marley, irão curtir e balançar muito durante o espetáculo Na Batida do Reggae, que acontece dia 31 de março, sexta-feira, às 20h, no Teatro Amazonas, com entrada franca. O evento é uma realização da River Sessions Entertainment, com apoio do Governo do Amazonas, via Secretaria de Cultura, em comemoração aos 120 anos do Teatro Amazonas e aos 20 anos de atividades da SEC.
Depois de passar por capitais como Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza, o show Na Batida do Reggae chega a Manaus com a proposta de apresentar ao público um espetáculo com um diversificado estudo sobre o gênero, para adeptos e para as novas gerações de admiradores do gênero musical. Durante prática de tambor, bateria e percussão, o baterista e idealizador do projeto, Lucas Kastrup, que também é um dos fundadores da banda carioca Ponto de Equilíbrio, referência da música reggae atual, narra o contexto histórico da música jamaicana. O evento segue com a apresentação de cânticos tradicionais Nyahbinghi, um ritmo africano que significa ‘batida de tambor’ e representa a ‘batida do coração’.
No projeto, Kastrup lançará sete músicas inéditas de sua autoria e também apresentará o reggae por meio de imagens e vídeos projetados no palco, além de contar com o apoio dos músicos convidados de bandas locais, como Cileno (voz e violão), Anderson Candango (gaita), Leonardo Pimentel (percussão), Marquinho Cileno (baixo), Diogo Navia (flautista), Ricardo Sanfoneiro (sanfona), Vívian Gramophone e Natty dos Anjos (backing vocals).
Para o cantor amazonense Cileno, a ideia do projeto em reunir os músicos do gênero de Manaus e o músico e pesquisador carioca será de grande valia para as partes. “A ideia inicial do projeto seria realizar um workshop sobre reggae, mas como surgiu a oportunidade de tocar no Teatro Amazonas em homenagem aos seus 120 anos, o projeto de Lucas tomou contorno de um concerto pedagógico, com intervenção de músicos locais. Vai ser, certamente, um intercâmbio valioso, com troca de informações entre o reggae roots (de raiz) e o reggae pop”, declarou.

