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Sesc AM promove workshop Vivência da Performance Preta no Brasil

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Sesc AM promove workshop Vivência da Performance Preta no Brasil
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Manaus/AM - O Sesc AM irá promover gratuitamente um workshop a respeito da “Vivência da Performance Preta no Brasil”, de 12 a 16 de agosto, sempre a partir das 14h, na sala de dança do Sesc Centro, Rua Henrique Martins, 427 – Centro da cidade. A atividade é voltada para o público acima de 18 anos e a inscrição pode ser feita na hora.

O projeto, voltado para artistas negros e indígenas, pretende destacar produções negras no campo da performance a partir de laboratórios de criação, escutas, pesquisas de campo e intercâmbios com pesquisadores e realizadores negros. Objetiva pensar o colonial e seu desmantelamento através de discussões sobre raça/cor, perpassadas por questões de gênero e memórias negras que geram modos de ser diferentes do modelo ocidental colonial.

Na vivencia serão desenvolvidas rodas de conversas sobre o workshop "Vivência da Performance Preta no Brasil" e a trajetória do projeto. Além de laboratórios de performance como “Aparições e Rastros de Correnteza”, com SaraElton Panamby e “Escurescências” com Dinho Araújo.

“Aparições e Rastros de Correnteza”, com SaraElton Panamby, busca pensar ativamente a presença das corporalidades negras nos espaços públicos e privados, pensando na performance enquanto aparição. O Laboratório ainda cruza experiências com as emanações vindas das águas e matas: como ecos ancestrais reverberam em nossas bocas. Além das experimentações sonoras.

SaraElton Panamby é artista do corpo e nasceu em São Paulo/SP. Atualmente desenvolve experimentações em arte sonora criando instrumentos eletroacústicos e dispositivos de captação, cruzando com seus processos de modificação corporal, performance ritual e maternidade.

O Laboratório de lambe-lambe “Escurescências”, com Dinho Araújo, promove o pensamento de movimentos de apropriação de dispositivos fotográficos e técnicas de intervenção urbana. A partir de estudos de autores negros, mapeamento de espaços e exercícios de composição de imagens e retratos, o laboratório busca fraturar esquemas coloniais de representação do negro. A oficina voltada para a comunidade e artistas, enfatizando a participação de pessoas negras e indígenas.

Dinho Araújo trabalha como artista visual, curador e pesquisador da cidade de Pinheiro/MA. Pesquisa performance a partir de suportes diversos, principalmente fotografia e lambe-lambe (exerce a sua atividade de fotografia nos espaços públicos como jardins, praças, feiras e outros). Pensando de outras maneiras a presença do corpo no mundo, no espaço púbico exposto ao tempo e às intempéries sociais.

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