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Museu do Seringal completa 21 anos como roteiro turístico gratuito em Manaus

Museu do Seringal completa 21 anos como roteiro turístico gratuito em Manaus
Museu do Seringal completa 21 anos como roteiro turístico gratuito em Manaus

Manaus/AM - Em um mergulho histórico, o período áureo da borracha é vivenciado por aqueles que têm a oportunidade de conhecer o Museu do Seringal Vila Paraíso, no afluente Tarumã-Mirim, em Manaus. Neste ano, o local completa 21 anos. A visitação é gratuita e tem duração de uma hora.

Apenas no primeiro semestre do ano, o espaço já recebeu mais de seis mil visitantes, entre turistas locais e de outras nacionalidades, além de visitas escolares. Quem também aproveita o local são os moradores das comunidades do entorno, tais como a Comunidade Nossa Senhora do Livramento e a Comunidade Nossa Senhora de Fátima.

O artesão indígena, Edson Ferreira, morador da comunidade do Livramento, ressalta o suporte do espaço prestado aos comunitários. “O Museu nos deu a oportunidade de vender nossos artesanatos e, nos fins de semana, estamos lá fazendo parte da programação. É uma fonte de renda para nós”, comenta Edson.

No museu, o visitante pode mergulhar na história do período áureo da borracha na Amazônia, conhecer sobre a natureza local e as espécies nativas. 

Instalações

Os costumes vividos no final do século 18 e início do século 19 estão presentes na Casa do Seringalista, uma das instalações do espaço. O museu, localizado no igarapé São João, reproduz o cenário do seringal Vila Paraíso, montado para o filme “A Selva”, gravado em 2001, com a participação de Maitê Proença, Gracindo Júnior, Cláudio Marzo, Roberto Bonfim e o ator português Diogo Morgado como protagonista.

Ainda é possível encontrar reproduções de algumas instalações da época: barracão de aviamentos, capela de Nossa Senhora da Conceição, casa de banho, trilha das seringueiras, tapiri de defumação, casa do seringueiro e do capataz, além do cemitério e a casa de farinha. No local, estão móveis e utensílios que testemunham a riqueza dos seringais no auge da valorização econômica da borracha.

Como chegar

O acesso ao Museu é feito por meio fluvial. O visitante inicia a viagem na Marina do Davi, na estrada da Ponta Negra. Algumas linhas de ônibus do transporte público passam pelo local, como 120, 450, 542, 641.

Ao chegar na marina, é necessário embarcar em uma das lanchas da Cooperativa dos Profissionais de Transporte Fluvial da Marina do Davi (Acamdaf), que faz o transporte dos visitantes até o local. Cada trecho custa R$ 21 por pessoa. Horários de saída têm intervalos médios de uma hora, mas atenção: ao lotar, a embarcação deixará a marina em direção ao Museu.

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