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Espetáculo 'Lendas' exalta cultura amazônica no Teatro Amazonas

Espetáculo 'Lendas' exalta cultura amazônica no Teatro Amazonas
Espetáculo 'Lendas' exalta cultura amazônica no Teatro Amazonas

Manaus/AM - Nesta terça-feira (22), às 20h, o Teatro Amazonas vai receber o espetáculo “Lendas”, uma produção do Balé Folclórico do Amazonas. O espetáculo que busca revitalizar as narrativas folclóricas da região, tem a direção artística de Monique Andrade e pesquisa coreográfica de Eduardo Amaral. 

A apresentação convida o público a mergulhar nas histórias que moldam a identidade amazônica, conduzidos pela figura do Curupira, guardião da floresta. Classificação livre. Ingressos à venda no shopingressos.com.br ou na bilheteria do Teatro Amazonas, sendo para plateia e frisas, R$10 e, nos demais lugares, a entrada é gratuita, por ordem de chegada.

A obra é uma homenagem às lendas como Curupira, Matinta Pereira e Uirapuru, que refletem a relação íntima entre o povo e a natureza, retratando o respeito e a reverência que os habitantes da Amazônia têm por sua terra e seus mitos. “Convidamos a todos para explorar seus sentidos e memórias afetivas, brincadeiras e histórias de um universo mágico que só as lendas proporcionam ligando o passado com o presente” afirma Monique Andrade.

Eduardo Amaral, que assina a pesquisa coreográfica, destaca a relevância de trazer essas histórias à tona. “Estamos trazendo à luz a essência da vivência amazônica, onde cada movimento conta uma história e cada cena evoca a memória cultural.” Para ele, a dança vai além do entretenimento; ela é uma forma de preservar e transmitir conhecimento, principalmente para as novas gerações.

A preparação para “Lendas” envolveu um ano de pesquisa meticulosa e ensaios rigorosos, durante os quais os bailarinos se imbuíram do espírito das narrativas que irão apresentar. Amaral enfatiza a importância de traduzir o cotidiano ribeirinho em dança: “Buscamos entender como o caboclo se movimenta em seu ambiente, em sintonia com a natureza, e isso se reflete na coreografia”, destacou. 

Segundo ele, esse processo de imersão permitiu que os bailarinos desenvolvessem uma linguagem corporal autêntica, que dialoga diretamente com as tradições e os saberes populares.

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