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Coletivo Vacilo e D’água Negra representam Manaus no Festival Psica 2025

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Coletivo Vacilo e D’água Negra representam Manaus no Festival Psica 2025
Coletivo Vacilo e D’água Negra representam Manaus no Festival Psica 2025
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O Festival Psica 2025, um dos maiores encontros culturais da Região Norte, que ocorrerá no Estádio do Mangueirão entre 12 e 14 de dezembro, abrirá espaço de destaque para a efervescência musical de Manaus. Nesta edição, dois nomes que vêm rompendo fronteiras na cena amazônica foram escalados: o coletivo Vacilo e o trio D’água Negra.

A presença de ambos no festival reforça a potência criativa da capital amazonense e sublinha a importância do Psica em conectar a Amazônia ao cenário musical nacional. "Estar no Psica é muito especial porque é um festival que constrói pontes," destaca Bibous, da Vacilo.

Representando diferentes sonoridades da cena manauara, os grupos compartilham a mesma missão de projetar a produção cultural regional:

Vacilo: Criada em 2023 pelos manauaras Guillerrrmo e Bibous, a Vacilo Fiesta celebra as latinidades, misturando a pulsação do reggaeton, cumbia e salsa com ritmos do Norte, como lambada e calypso. O coletivo já realizou mais de 20 edições e até se apresentou em Medellín, na Colômbia. "Queremos levar ao público essa pesquisa que mistura a pulsação do reggaeton com a ancestralidade das fronteiras amazônicas”, afirma Bibous.

D’água Negra: Formado por Clariana Arruda, Bruno Belchior e Melka Franco, o trio aposta na fusão de elementos eletrônicos, soul e jazz. O grupo, selecionado pelo programa Aposta Psica 2025, tem ganhado reconhecimento nacional após o EP "Erógena" (2021) e passagens por grandes palcos em São Paulo, Rio de Janeiro e Recife. "Nosso som busca traduzir a dramaturgia dos corpos manauaras, com influências da música negra e um olhar para a contemporaneidade das relações,” explica Bruno.

Criado em 2012, o Psica é reconhecido pela curadoria ousada e pela valorização da Amazônia. A edição de 2025, intitulada “O Retorno da Dourada”, celebra os 13 anos do projeto com a expansão das conexões sonoras da Pan-Amazônia, reforçando o papel do festival como um "investimento fundamental para conectar a Amazônia com o restante do Brasil", conforme ressalta Bibous.

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