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Ataques à educação

Contra ações de Bolsonaro, professores da Ufam aprovam indicativo de greve

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Foto: Divulgação

Manaus/AM - Com a justificativa de realizar ato contra os inúmeros ataques do governo de Jair Bolsonaro à Educação, professoras e professores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) aprovaram indicativo de greve em assembleias descentralizadas. A aprovação ocorreu no campus de Manaus, na manhã desta quinta-feira (22), no auditório da Associação dos Docentes (Adua) e nas unidades em Parintins, Humaitá e Benjamin Constant. A categoria decidiu também a organização de um Comando de Mobilização de Greve formado por docentes, estudantes e técnicos da universidade.

 “Essa é a posição que Adua levará para a reunião do setor das Instituições Federais de Ensino, em Brasília, nos próximos dias 24 e 25, onde se terá um panorama da situação nacional”, informou o presidente da Adua, professor Marcelo Vallina. O indicativo de greve por tempo indeterminado está sendo discutido em todo o país nas seções sindicais do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN).   

Durante as assembleias, professores e estudantes se manifestaram sobre o atual momento do País de desmonte das Universidades Públicas, dos riscos do projeto “Future-se”, dos cortes aos orçamentos das instituições, além dos fortes e amplos impactos ambientais e sociais da política de Bolsonaro. A comunidade ressaltou a importância de mobilização para enfrentamento aos esses ataques.

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