"Eu estava tendo pânico. Entrava no estúdio e sofria a todo momento, suava pra burro. Na hora do "gravando", não acontecia nada, o trabalho saía. Meu sofrimento era antes, me arrumando e saindo de casa para gravar. Era muito doloroso", disse ele em entrevista a Patrícia Kogut, do jornal O Globo .
Victor disse ainda sentir saudade de contracenar. "Isso é prazer inenarrável. Mas não gosto de tudo ao redor: da espera, dos nove, dez meses intensos, durante os quais você não consegue ter uma vida normal. É muito intenso."
Para o ator, as gravações eram legais enquanto ele ainda conseguia se divertir, porém logo viraram um fardo. Hoje, ele tem uma empresa com foco em meio ambiente. "Restauramos a flora para fazer reintrodução de fauna. Criamos espécies ameaçadas em situação controlada para fazer essa reintrodução. Numa área sem tanto desequilíbrio, fazemos apenas o acompanhamento das espécies reintroduzidas."

