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Povos indígenas do baixo Tapajós, que tentaram invadir zona azul, puxam marcha em Belém

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BELÉM, PA (FOLHAPRESS) - "É o baixo Tapajós, viemos aqui para participar", cantam povos indígenas à frente da Marcha Global pelo Clima, em Belém.

Os povos indígenas pedem revogação do decreto que estabeleceu uma hidrovia nos rios Tapajós, Tocantins e Madeira.

Nas faixas, os povos indígenas levam frases como "Baixo Tapajós resistem à privatização dos rios. Revoga Lula"

Ontem, os povos indígenas da região se encontraram com o presidente da COP30, André Corrêa do Lago, e com as ministras Sônia Guajajara e Marina Silva.

FIM DO DESMATAMENTO

As quebradeiras de coco babaçu participam da Marcha Global pelo Clima em Belém neste sábado, pedindo pelo fim do desmatamento das palmeiras de onde tiram o sustento.

Segundo Claudelice Rodrigues, coordenadora do Movimento Integrado das Quebradeiras de Coco Babaçu, a crise climática já afeta a produção do coco, que está em menor quantidade e dando frutos em épocas diferentes do habitual.

"PRAGA LARANJA"

Uma escultura nomeada "The Orange Plague" (Praga Laranja, em português) leva o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sentado nas costas de um trabalhador durante a Marcha Global do Clima, em Belém.

A obra é um protesto contra as políticas anti transição energética do presidente americano.

BANDEIRA DA PALESTINA

Entre as muitas bandeiras dos países presentes na Marcha dos Povos, uma se destaca: a da Palestina. O ato partiu do Mercado de São Bras e segue até a sede da COP30, no Parque da Cidade, em Belém.

Ativistas de direitos humaos pedem o reconhecimento da Paletisna como Estado. Esta pauta se mistura em meio aos debates sobre transição energética e o fim dos combustíveis fosseis.

ATRASO NA MARCHA

O vácuo em meio Marcha dos Povos causou atraso no trajeto dos manifestantes, neste sábado (15), em Belém. Com o espaço, veículos adentraram a rua José Bonifácio.

O incidente fez o protesto paralizar para o grupo se reunir novamente, sem espaços vazios durante a marcha. Manifestantes caminham em direção a sede da COP30, localizada no Parque da Cidade.

JOVENS DOS SEMIÁRIDOS

O vácuo em meio Marcha dos Povos causou atraso no trajeto dos manifestantes, neste sábado (15), em Belém. Com o espaço, veículos adentraram a rua José Bonifácio.

O incidente fez o protesto paralizar para o grupo se reunir novamente, sem espaços vazios durante a marcha. Manifestantes caminham em direção a sede da COP30, localizada no Parque da Cidade.

TRANSIÇÃO ENERGÉTICA

Uma intervenção artística levou um trem de madeira para pedir o fim dos combustíveis fósseis na Marcha dos Povos, neste sábado (15), em Belém.

A locomotiva carrega motes por transição energética, como "Amazônia Livre do Petróleo". A ação é organizada pelo instituto Arayara.

"ETs"

Manifestantes se fantasiaram de extraterrestres durante a Marcha dos Povos para questionar: "quem são os invasores desta terras?".

A intervenção tem o objetivo de criticar a invasão em territórios de comunidades tradicionais para mineração e exploração de combustíveis fósseis.

BONECO DO LULA

Um boneco do presidente Lula bebe petróleo durante a Marcha dos Povos, neste sábado (15), em Belém. A ação critica a liberação da pesquisa de exploração do combustível fóssil na foz do Amazonas.

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