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Piracicaba, no interior de SP, confirma morte por variante delta do coronavírus

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Vigilância Epidemiológica de Piracicaba (160 km de SP) confirmou a morte de uma idosa de 74 anos que, segundo a Secretaria Municipal da Saúde, foi infectada pela variante delta do novo coronavírus.

Segundo a gestão Luciano Almeida (DEM), a idosa tinha comorbidade e foi vacinada com duas doses do imunizante Coronavac.

"Além dela, outros cinco casos da variante foram confirmados pela vigilância na última segunda (23), sendo dois homens e três mulheres, das idades de 10, 16, 41, 51 e 52 anos. Todos seguem sendo monitorados", afirma a prefeitura, em nota.

A secretaria diz que fez a verificação dos históricos destes pacientes para 'monitorar os casos e atuar de forma preventiva e evitar a transmissão da doença". "Até o momento, não houve mais nenhuma confirmação da variente Delta [AY.4] em Piracicaba", diz o texto.

Segundo último balanço da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, no último dia 25 43,5% das amostras identificadas na capital paulista eram da variante delta. A cidade tinha naquela data 405 casos confirmados.

O primeiro caso da variante delta no município foi confirmado em 7 de julho. O paciente é um homem de 45 anos que mora no Belenzinho (zona leste) e que, segundo ele, trabalha em casa e não teve contato com pessoas que voltaram de viagem.

A variante delta do coronavírus Sars-CoV-2 (anteriormente chamada de B.1.617.2) foi primeiramente identificada na Índia em outubro de 2020 e é apontada como a principal responsável pelo surto de Covid-19 que atingiu o país asiático no início deste ano.

Segundo relatório epidemiológico da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) do início do mês passado, a cepa já representa quase 90% das amostras do vírus sequenciadas no mundo.

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