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Obras nas marginais Tietê e Pinheiros intensificam congestionamentos

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Prefeitura de São Paulo intensificou as obras e reparos nas marginais Tietê e Pinheiros no últimos meses, o que fez aumentar os transtornos aos motoristas que passam pelas vias. Desde junho, já foram feitas 13 obras nas duas marginais, com a maior parte das reformas nos últimos três meses. E, até o fim de abril, a administração municipal promete entregar outras cinco intervenções.

A gestão Ricardo Nunes (MDB) prevê gastar um total de R$ 1 bilhão no recapeamento da cidade. Os números de investimento em cada via não são divulgados.

Nos dois sentidos das marginais, que estão entre as principais vias paulistanas, ainda há trechos com estruturas quebradas e defeitos no asfaltos. A Folha percorreu na última terça-feira (31) a maior parte dos quase 70 quilômetros das vias, consideradas as duas margens dos rios. No trajeto, encontrou obras e problemas de manutenção.

O trecho da marginal Tietê entre as ponte Vila Guilherme e Cruzeiro do Sul, em direção à rodovia Castelo Branco, concentra a maior parte dos problemas, com muros de contenção quebrados, buracos, rachaduras e ondulações nas pistas devido a sucessivos recapeamentos na pista expressa. Esse local não passou pelo recapeamento da prefeitura.

Um ponto em obras está mais à frente: há um trecho sendo recapeado entre as pontes da Freguesia do Ó e do Piqueri. Embaixo da ponte da Freguesia, que passa por uma recuperação estrutural, as pistas centrais nas duas margens estão interditadas para carros enquanto os tratores trabalham na concretagem das vias, que precede a chegada do asfalto.

Outro trecho esburacado está no lado oposto da marginal Tietê, ao lado da estação Ceasa da linha de trem 9-esmeralda. Há ao menos de sete buracos em menos de 200 metros, que em alguns casos levam os motoristas a desviar de forma brusca na pista.

Na marginal Pinheiros, a prefeitura já recapeou ao menos cinco trechos desde o ano passado, e outros três devem ser entregues nos próximos três meses. Ainda há um trecho problemático, porém, ao redor da estação Berrini da CPTM, no sentido da rodovia Castelo Branco. Há buracos, rachaduras e ondulações no asfalto que obrigam os motoristas a diminuir a velocidade na pista local.

No último ano, a marginal Tietê concentrou os maiores congestionamentos da cidade, mantendo-se no topo da lista de lentidão nas vias monitoradas pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) na maior parte dos dias. As duas vias também concentram o maior número de mortes de motociclistas da cidade.

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