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Mortes em distrito na zona norte de SP crescem 50% em uma semana

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Pela terceira semana seguida, a Brasilândia, na zona norte da capital paulista, aparece como distrito com mais mortes por Covid-19 ou por suspeita da doença na cidade de São Paulo. Segundo balanço publicado pela gestão Bruno Covas (PSDB) na página da Prefeitura de São Paulo na rede social Facebook, na tarde desta segunda-feira (27), a Brasilândia tem 31 mortes confirmadas pelo novo coronavírus e outros 50 óbitos estão sob investigação. Ou seja 81 no total. Os dados são entre 8 de março e a última sexta-feira (24). No balanço anterior, com dados até 17 de abril, a Brasilândia tinha 54 mortes entre confirmadas por Covid-19 e suspeitas. Ou seja, houve um crescimento de 50% em apenas em uma semana. O mapa desta segunda, com todos os distritos, é o primeiro em que a Secretaria Municipal da Saúde faz a separação entre óbitos confirmados e sob investigação. Sapopemba (zona leste) continua como segundo distrito com mais mortes na capital. Agora são 77 óbitos contra 51 do último dia 17 de abril. De acordo com a nova estatística, na sexta passada eram 51 (aumento de 51%. São Mateus, que na semana passada tinha 41 mortes agora soma 58, sendo 25 confirmadas e 33 sob investigação. Balanço divulgado no domingo pela prefeitura aponta que a cidade de São Paulo tinha 1.133 mortes confirmadas por Covid-19 e 13.979 casos da doença. Questionada na semana passada sobre as mortes na periferia, a prefeitura disse que usa carros de som com mensagens de conscientização sobre a pandemia nos distritos das subprefeituras, além de divulgar informações sobre o coronavírus em suas redes sociais. "A administração também realiza ações de conscientização junto ao comércio da região [de Brasilândia], alertando sobre a importância do isolamento", diz trecho de nota. Também afirmou que está prevista para o mês de maio, a abertura do Hospital Municipal da Brasilândia, com 150 leitos de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva), para tratamento de pacientes atingidos pelo coronavírus na capital.

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