RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Nesta quarta-feira (1º), o mercado Mundial de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, estava cheio de clientes, tornando impossível a distância entre eles e entre funcionários do estabelecimento, que reclamavam da falta de medidas no local. Nos corredores estreitos, pessoas com carrinhos se aglomeravam. Nas filas de caixa, não era respeitada a distância entre as pessoas. A rede é conhecida pelos preços mais baixos do que o de outras que operam no bairro. Mas, diferentemente das demais, não controla o número de pessoas que entram e não instalou placa de acrílico nos caixas para proteção das operadoras. Procurada pela reportagem, a rede de supermercados afirma que vem adotando todas as medidas necessárias desde o início da quarentena de acordo com os órgãos reguladores de saúde. A rede, segundo a resposta, fornece aos colaboradores e clientes todos os materiais e ações protetivas essenciais, como álcool em gel 70%, a higienização das unidades, sinalização de faixas no chão respeitando o espaço de um metro e meio entre os clientes nas filas e placas de acrílico nos caixas. A reportagem, contudo, não encontrou tais medidas na visita que fez à unidade de Copacabana. O Mundial informou ainda que, para evitar aglomerações, suspendeu as promoções-relâmpago anunciadas nas lojas e reduziu a frequência de veiculação dos anúncios de propagandas em TVs e rádios.



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