São 73 obras espalhadas pelo espaço, que não seguem uma linha cronológica - ou seja, a aproximação das pinturas se dá por afinidades estéticas, como se vê nas paredes onde estão as obras de Cássio Michalany (que acaba de abrir individual na Millan, A Linha pela Ausência) e Paulo Pasta (que vendeu todas as obras de sua individual em pequenos formatos em março).
DANÇA. Já os trabalhos ópticos (Charoux, Palatnik, Mavignier) vão para outra direção. Introduzem o leitor em dança por traços e cores vibrantes. "A cor varia de acordo com a luz, estação; ela se transforma a depender do movimento que o espectador faz com a luz", observa. "A exposição chega para propiciar uma experiência primária com as cores, pois hoje elas acabam recebendo cargas políticas, ideológicas, que não são delas. Cor é o lugar da imaginação, da expansão", completa Alves.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



